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 Reclamação de Paternidade Olimpiana

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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Seg 18 Jun 2012, 17:21

~Reclamada~
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Spencer J. Lancaster
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Seg 18 Jun 2012, 18:05

Ficha de Reclamação, Por Abby =*




O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado? Apolo

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus. Sou esperto, inteligente, corajosa, assim como Apolo. E sempre curtir ele. Ele é o deus mais quente de todos (Não me diga) e bom, eu AMO arco e flecha.

O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Bom, se você é daqueles que acham que a vida é um conto de fadas, e que todos os contos de fadas tem um final feliz, pode ir mudando de ideia. A vida é definitivamente um pesadelo, e é pior ainda quando se é um semideus. Tendo todos aqueles problemas, tais como a Dislexia e o Deficit de atenção. Tendo de se esforçar muito e tudo mais. Mas para piorar a situação, tem que ficar trancada em um internato, depois de estudar em quase todos do estado. É, isso é basicamente minha vida.
Eu era uma garota normal, ou quase. Não tinha amigos, só um. Mesmo assim me sentia feliz, só tendo aquele único amigo. Nós fazíamos quase tudo junto. Nos metíamos em encrencas e puxa, não era nada fácil sair delas. Mas isso não vem ao caso. Num dia terrivelmente chuvoso. A inspetora, a senhora Martín, havia esquecido o grande portão aberto, ele dava para uma auto-estrada - Mas para chegar nela, você teria que despencar 19 metros -, eu e Pedro arrumamos nossas coisas e saímos por ele. Mas para nosso azar a inspetora viu, e não ficou nada contente com isso. Saiu aos berros de lá de dentro e começou a nos seguir. A velha deveria ter 59 anos, mas corria como uma adolescente de 17... E isso me deixou de queixo caído. Olhamos para ela, e depois olhamos para a grande decida que teríamos de enfrentar... Para dizer a verdade, cair em queda livre parecia a melhor escolha do mundo. Se eu caísse ia quebrar as pernas, o pescoço e deuses sabem mais o que. Mas se ficasse ali parada, esperando ela chegar, eu seria expulsa novamente. Então agarrei o pulso de Pedro e nós dois pulamos. Por sorte, caímos em uma pedra grande, que estava no meio. Diminuiu a força do impacto, e deixou apenas meu tornozelo torcido. Saímos andando - eu estava apoiada no ombro dele -, e a senhora Martín vinha logo atrás... Aquela velha era... Não terminei o pensamento, pois vi ela se transformando em uma Górgona. Fiquei incrédula e tentei correr, mas não consegui. Então só apertei o passo, no mesmo momento Pedro me entrega uma adaga e me empurra na direção da Senh... da Górgona, que riu. Mancando avancei na direção dela, ela murmurou algo, mas não ouvi e nem me preocupei em ouvir mesmo. Ela tentou me atacar, mais joguei a adaga em seu olho bom. - O outro ela sempre dizia está uma... Qual a palavra? Bom, tanto faz.'. Então peguei a adaga de volta e sai mancando...

(°°°)

Depois de muito tempo de viajem, cheguei numa espécie de acampamento, quase -quase mesmo - viva. Então ele incistiu que eu passasse para o lado de lá. Neguei com a cabeça. Embora eu acreditasse nele, não estava afim de entrar no ''Mundo magico de pessoas estranhas e anormais''. Sim, ele havia me contado tudo. E cara, eu não podia ser uma semideusa. Eu não queria, eu adorava minha vida daquela maneira. Mesmo tendo que enfrentar as autoridades por ter jogado uma adaga no olho de uma ''inofensiva senhora com cabelos de cobra que queria me matar...'' E eu não podia abandonar minha mãe.
Ambos sentamos no chão, e ele me tranquilizou, disse que ali seria mais seguro para mim, e que minha mãe ia querer que eu fosse para lá. Tudo para o meu bem. Então assenti com a cabeça e fui para o acampamento.


_________________
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Seg 18 Jun 2012, 18:09

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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Seg 18 Jun 2012, 19:35



Ficha de Sunny Devonne Monroe



O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?





Apolo,deus do sol,da cura e da música


O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.

Sou compreensiva,sensível,forte,divertida,sarcástica,irônica e alegre.Sempre adimirei Apolo pela história e ele tem algumas caracteristicas que combinam com a minha história de vida.


O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Em 06 de Outubro de 1996,nascia em Malibu Sunny Devonne Monroe,uma garota com uma beleza maravilhosa,olhos castanhos,pele clara,cachinhos dourados que lembrava um anjo.

A mãe dela uma famosa designer de moda sempre a criou sozinha,mas infelizmente quando ela só tinha 1 ano,a mãe dela faleceu num acidente de carro,onde a pequena Sunny foi encontrada e levada para um orfanato,Sunny desde pequena aprendeu o amor pela música e principalmente pelo sol,a primeira palavra dela foi SOL.

O que surpreendeu todos que acabaram sorrindo muito,ela sempre gostou de fazer as pessoas rirem e se divertirem.Sempre foi a garotinha mais querida daquele orfanato,foi adotada aos 3 anos de idade por uma fámilia que queria muito ter uma filha mas por complicações genéticas não podiam,ela ganhou um sobrenome,amava brincar,tocar instrumentos e ficar só no sol.

A aura pura dela modificava todo o ambientes,todos que a viam ou trocavam palavras com ela sempre falaram que a iluminação dela não era de uma pessoa normal,mas ela sempre achou que era irreal,a pequena Sunny cresceu e se tornou uma adolescente decidida,forte,sensível,um progídio musical.

Ganhou 4 vezes consecutiva a mostra de talentos,e acima de tudo ela sempre se sentia bem mais forte e protegia quando ela via o sol.Aos 15 anos em um passeio ao musseu de história grega ela foi atacada por uma fúria que era bem forte e estranha.

A sorte e que a amiga dela Lily que era uma sátira a defendeu,o que foi uma supressa pois Lily sempre andava de muletas,a mãe adotiva de Sunny contou a verdade,mas quando ela falou que a Sunny era filha de Apolo ela faleceu devido a um ataque da fúria,Sunny correu bem rápido com Lily e conseguiram entrar no acampamento meio sangue,ela logo foi reclamada e pensou:

''Sunny Devonne Monroe você não é uma mortal comum,você é uma semideusa,filha de Apolo.''

Em meio a muitas indagações,perguntas,questionamentos,ela sabia que aquilo explicava o fato dela se sentir mas protegida pelo sol e ficar bem mais forte.Ela sabia que aquele era o verdadeiro lugar dela no mundo,e que as perguntas sobre quem ela era seriam respondidos,pensava muito na nova condição de semideusa era o começo de algo novo na vida da Sunny.


Última edição por Sunny Devonne Monroe em Qua 20 Jun 2012, 22:01, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Seg 18 Jun 2012, 19:39

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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Ter 19 Jun 2012, 00:37


Ficha de Reclamação

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O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Apolo.

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Sou criativa, animada, brincalhona, sarcástica e simpática. Porque eu acho a história de Apolo fascinante, e amaria ser filha do deus do sol, da música que eu não vivo sem e da cura.

O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Mylla Fortunato Williams nasceu em 17 de fevereiro de 1997, em Laguna Beach – Califórnia, uma menina linda de cabelos ruivos e olhos verdes, desde pequena sempre ficou trancada dentro de um internato, mais nem por isso era uma menina triste, ela via a vida de um modo diferente dos outros, o que irritava algumas meninas que adoravam implicar com Mylla no internato, Mylla tinha um único amigo o Matt, Mylla não sabia nada sobre seu passado o que ás vezes a deixava frustrada.
...


– Eu já disse que essas suas palavras não me atingem Carolina.
– Você pode falar o que quiser garota, eu vou continuar fazendo da sua vida um inferno!

Mylla parou de andar e olhou para a garota, olhou profundamente em seus olhos maquiados azuis, olhou tão profundamente que a menina loira na sua frente desviou o olhar para o chão. Mylla cruzou os braços e disse:

- Sério, eu to cansada disso! A troco de quê?
A garota loira olhou para Mylla e como se fosse óbvio, disse:
- Você sabe muito bem! Você tirou tudo de mim.

Mylla olhou para a garota incrédula, a menina tinha tudo, era cercada de amigos, sejam eles verdadeiros ou não, era popular e insistia em fazer da vida de Mylla um inferno, depois de alguns minutos disse:
– Sério? O que eu tirei de você?

Ela não esperou resposta deu as costas para a garota loira e seguiu para o refeitório onde iria se encontrar com seu amigo Matt. A garota entrou no refeitório e foi direto para sua mesa, que ficava num canto afastado de todos, Matt ainda não tinha chegado. Mylla estava com uma sensação de que tudo iria mudar só não sabia se era para melhor ou para pior. Depois de alguns minutos Matt chegou correndo a mesa e falou:

– Vamos Mylla, nós temos que ir! Agora!
Mylla olhou confusa para o garoto. E falou:
- Ir pra onde? Você anda tomando chás de novo Matt?

– Isso não tem nada a ver com chá! Você tem que arrumar suas coisas, nós precisamos sair daqui, agora!
O menino respondeu já desesperado. A menina novamente olhou confusa para o amigo, mais não deu tempo de falar mais nada, ele já tinha puxado-a para fora do refeitório, Mylla não fez objeções deixou que seu a amigo continuasse a puxando, ela ainda achava que ele tinha ficado maluco mais era difícil tirar as coisas da cabeça do Matt. Logo eles estavam em frente a porta do dormitório de Mylla. Ele olhou sério para Mylla e disse:

- Não demore.
A garota olhou para Matt sem entender, mais vai que ele teve uma idéia louca e resolveu fugir desse internato? Mylla deu de ombros e entrou no quarto, ótimo não tinha ninguém, ela foi até seu guarda-roupa pegou sua mochila e começou a colocar suas coisas dentro dela, ela não tinha muitas coisas, e o pouco que restava já era essencial para sua vida. Depois de arrumar suas coisas, ela saiu do quarto, Matt estava encostado na parede ao lado da porta, ela olhou pra ele e disse:

- Pronto! Agora me diz, pra onde você vai me levar?
Na hora que ele ia responder, eles escutaram uma explosão, o garoto, já de mochila nas costas saiu puxando Mylla com desespero para a porta de trás, que dava num espaço vazio onde ficava o muro que os drogados do internato usavam ás vezes, Mylla novamente não fez objeções. Matt olhou para a menina e disse:

- Nós vamos ter que pular! Já sabe o que fazer né?
Ela somente assentiu e subiu num barril que tinha ali, logo se apoiando no muro e pulando para o outro lado, Matt fez a mesma coisa, e lá estava eles livres do internato, bom pelo menos por hora, Mylla sabia que o internato procurava cada adolescente que fugia do internato, eles nunca desistiam e sem mais nem menos conseguiam achar todos. Matt sorriu para a menina e falou:

- Vamos pegar um ônibus para Long Island e depois eu te conto tudo.
Bom, Long Island não ficava muito perto dali, uma das poucas coisas que Mylla sabia sobre sua vida era que ela tinha nascido em Laguna Beach – Califórnia, ela só não sabia como tinha ido parar em Los Angeles. Fomos correndo até o ponto de ônibus e entramos num ônibus estanho pra um lugar que eu desconhecia, Matt estava deixando a garota cada vez mais confusa. Depois de sentar num banco lá atrás do ônibus, a menina sorriu para Matt e falou:

- Ok, agora pode me contar as coisas?
Matt olhou para a menina, soltou um longo suspiro e começou a falar.

2 Horas depois


A garota ainda não acreditava no que via, aquilo era um homem metade homem e metade cavalo? Tudo bem, Matt tinha explicado tudo á ela, ela era uma semi-deusa filha de um deus com uma humana, ela tinha acreditado, mais ainda era difícil se acostumar com aquilo. O homem metade cavalo e metade homem sorriu para a menina e disse:
- Olá criança, bem acho que já sabemos quem é seu pai.

A menina olhou confusa para o como diziam? “centauro”, ele novamente sorriu e ficou olhando para a menina, ela já assustada começou a encontrar algum sinal em si mesma e só aí notou que tinha uma luz sobre sua cabeça, ela não entendeu nada e disse:
- O que é essa luz?
O centauro sorriu e disse:
- Seja bem vinda, Mylla filha de Apolo...


Legenda

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Mylla. Outros. Narração. Pensamentos.
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Ter 19 Jun 2012, 11:54

Parabéns Mylla, serás uma ótima filha de Apollo. Reclamada.
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Ter 19 Jun 2012, 16:41

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Atena, deusa da da estratégia, das artes, da justiça guerra, da civilização, da sabedoria, e da habilidade.

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.

Gostaria muito de ser filha de Atena, por milhares de razões. Para facilitar as coisas, escreverei resumidamente. Amo livros, são como pedaços de mim. Gosto de fazer estratégias, tanto para Caça á Bandeira até para um jogo de xadrez. Me interesso muito por arte. E, principalmente, gosto demais de Atena, ela é a melhor deusa em minha opinião. Eu honraria seu nome se fosse reclamada.

O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Demetria era uma garota geek, com atitude, e beleza, uma mistura de sensualidade com inteligencia, inquieta, e seu sonho era algum dia inventar algo revolucionário...Ok, exagerei. Vou recomeçar história.
Demetria era uma garota nerd, completamente diferente das outras, não era sexy, não era bonita, não era cheia de "atitude". Bom, pelo menos pelo seu ver. Não acreditava de contos de fadas de finais, não acreditava em finais felizes...Ah, e sempre amou ler. Ler era seu remédio, sua droga, seu miojo (?).
Seu maior sonho era um dia poder construir algo eterno, talvez um monumento...
Assim que se começou tudo. Demetria, sonhando novamente em ser arquiteta. Ou melhor. Eu.
-Filha, sai desse quarto, tem que levar seu irmão para o dentista em meia hora. - Meu pai gritou, batendo na porta. Respirei fundo, e gritei que já ia. - Estou indo pro trabalho, beijo querida. - Ele falou, abrindo a porta e mandando um beijo. Sorri e fiz o mesmo, logo ele fora para seu trabalho.
Todos os dias era a mesma coisa.
Peguei meu irmãozinho no colo, e ele fez cara de choro. Odiava ir ao dentista.
-Se escovar os dentes direitinho e se comportar no dentista depois eu te dou um sorvetee.. - Cantarolei para ele, segurando-o perto da pia. Ele sorriu, sapeca, e começou a "escovar" os dentes desajeitadamente. Alguns minutos depois, ele parou, e lavou a boca, sorrindo.
-Ditita? - Ele perguntou, batendo palminhas. Assenti sorrindo e o peguei no colo, saindo de casa.
Eram dez minutos de caminhada até o consultório.
Aqueles, haviam sido os piores dez minutos da minha vida.
Logo de começo, um coiso que parecia ser um bode, me atacou por trás. Em seguida...Um minotauro.
-Correeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee! - O bode gritou, saindo correndo. Espere, bodes correm? Enfim. Peguei meu irmãozinho no colo e comecei a correr o mais rápido que conseguia.
-Você é um bode? - Gritei, correndo.
-NÃO! Você é uma semi-deusa? - Ele respondera aos gritos, e respondi em mesmo tom.
-NÃO!
-É SIM, EU SINTO TEU CHEIRO. - Olhei para ele com uma cara de: hãn? - TE EXPLICO QUANDO CHEGARMOS NO ACAMPAMENTO.
-MAS OQ- Caí de cara no chão, derrubando Vinicius, meu irmãzinho. Ele abriu a boca e começou a chorar.
Droga. Me levantei e peguei-o, quando...Meu irmão havia sumido. Espere, como? Olhei para o chão e ali estava uma espada. Já sabia o que fazer.
...Vamos pular essa parte? Foi sangrenta demais...Ok? Ok.
Duas horas após isso, estávamos em Long Island, entrando no Acampamento. Eu me recusava a falar algo. Era tão...Confuso.
Meu irmãozinho era parte da névoa, meu pai mentira pra mim sobre própria minha mãe, e, ah, ELA ERA UMA DEUSA.
Isso era tecnicamente impossível.
Por um segundo, pensei que era um sonho.
Infelizmente, não era.
-Bom, Demetria, bem-vinda ao seu novo lar! - Ele -um sátiro, agora que ele me contara- disse, e sorri. Acho que eu iria gostar dali.
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Ter 19 Jun 2012, 16:58

-Demetria Phelps - Boa Introdução , Ótima História , com bastantes diálogos , Te Concedo a Honra De Ser filha de Atena, Parabéns . Reclamada *
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Ter 19 Jun 2012, 17:34

O1 ♥— Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Afrodite

O2 ♥— Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Lunna era uma garota linda, doce, e delicada. Mas possuia uma personalidade forte, era dedicada e corajosa. Desde pequena sempre soube que sua mãe era linda como ela, e quis desde então ser reclamada devidamente, como uma menina normal, com um pai, e uma mãe.

O3 ♥— Relate a história da sua personagem
Cheguei á fogueira, onde todos estavam em pé, para a contemplação dos Deuses. A pouco, havia escutado que indefinidos como eu, poderiam ser reclamados por seus legítimos pais, se claro, tivessem muita fé e confiança.
Não estava com muita fome, por hora. Atirei á fogueira tudo oque havia em meu prato, admirando a fumaça que subia aos céus e se dissipava. Confesso, fiquei pensativa, imaginando quem seria minha mãe, já que desde que me entendo por gente, eu tinha apenas o meu pai. Rezando baixinho, com lágrimas nos olhos sussurrei para o céu:
- Quero me abrir com vocês, Deusas... Desde pequenina, meu pai me contava histórias. Todas sobre minha mãe, a mulher mais bela do Universo, dizia ele. Ele nunca omitiu nada sobre ela á mim, e por isso sou muito grata a ele. Bom, como ele dizia ser a mais bonita de todas, creio que minha mãe seja Afrodite... - algumas lágrimas rolaram pelo meu rosto deprimido, e sem querer, redirecionei minha conversa - Mamãe... Senti tanto a sua falta... Você não sabe oque é se sentir desesperada, a procura de alguém pra se espelhar, uma figura feminina a quem seguir... Sempre soube que você era a mais bela e doce, aliás sou muito parecida com você, mamãe. Não me deixe sozinha, por favor...
Me senti desamparada, então fui para o meu quarto me olhar em algum espelho, aquilo me fazia lembrar da minha mãe. E poder admirá-la era tudo que eu queria naquele momento.[/color]
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Ter 19 Jun 2012, 17:39

Lunna, Reclamada ^.^
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qua 20 Jun 2012, 21:40



Ficha de Reclamação
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O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Hefestos.

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
É muito descontravante, um tanto de frieza e sadismo não falta. E pelo fato de apreciar armas, criações tecnológicas e artísiticas.

O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


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The flames son..

Another day to.. Survive.
O fúnebre jovem contemplado pelo menos aquela noite por um simplório céu escurecido, no topo pairava o crepúsculo vespertino, a noite mal tinha caída mas a escuridão já era grande; O púbere caminha lentamente por meio das planíces desordenadas com vários moinhos sob o solo, nada fluiria em sua mente o local em que estava era um acampamento e mal sabia que seu futuro era potencialmente diferente do de hoje, enquanto bíspava seu coldre tirando um masso de cigarro, retirou um somente, e logo guardou o masso em seu bolso novamente, coçava o cabelo como se tivesse indeciso ou confuso, o ambicioso e de fato "filho" de Hefestos estava pronto para a contemplação e somente esperava a maldita hora de poder ser reconhecido, ou deserdado de vez; Nada fazia jús para o garoto, aqueles que em tempos remotos o proporcionou pelo menos uma porcentagem sob influencia do que ele é hoje, o amante da arte e construções técnicas ideológicas carregava consigo o prazer de iniciar uma coisa do zero, e determina-lá com o tempo; Carácteristicas de seu aclamado "pai", mas nada muda ao ver do garoto, somente dando tempo ao tempo que as coisas poderiam se revelar fúnebres e claras à mente deste. - Não vejo a hora que reclamem.. - bradou o jovem irônicamente, como se tivesse algo em mente para o futuro, mas nada de se estranhar para quem o conhece, o ambicioso e prepotente Devon Murray.

Flash Back.

Goodbye Home..
Estava amanhecendo, o sol batia forte na em minha janela e isso me encomodava realmente, mas a preguiça era tanta que nem se quer mexeu-se para ir fechar a cortina, continuei deitado por um bom tempo, minhas pupilas estavam dilatadas e as orbes mais escurecidas que o comúm; o cheiro de cigarro e cerveja no quarto já não encomodavam mais o garoto, ele se levantou e ascendeu um outro cigarro enquanto foi para o banheiro, de relance jogou uma água em seu rosto e escovou os dentes em seguida foi para seu armário e tirou uma jaqueta de couro surrada e uma calça jeans, fui para o colégio mas como sempre, fui parado na porta por estar com cigarros e sem o uniforme escolar, segui para a diretoria e a desculpa foi a mesma de antes. - Desculpa.. Não vou fazer isso de novo, eu juro. - murmurou com sua voz ainda rouca pela garganta seca, o diretor olhou para ele como se já estivesse cansado, então bradou - Devon.. Eu sinto muito, mas a próxima vez que fizer isso, a minha única escolha é expulsar você. - com um ar de desprezo, o diretor se levantou e abriu a porta para o garoto, cabisbaixo, o púbere saiu e subiu para sua sala mas não entrou e foi direto para o banheiro vomitar, não tinha nada no estômago por isso vomitou todo o alcóol que ingeriu no dia passado; Fiquei um bom tempo sentado lá, sem pensar em nada até que decidiu ir embora em meio ao horário da aula, pulou a pequena hasta que separará o muro do outro lado da rua, então seguiu caminhando até sua casa no meio do caminho cumprimentou algumas pessoas conhecidas, forçando sua simpatia novamente, apesar de não se dar bem com algumas pessoas eu não me considero um anti-social, até que sou legal as vezes ou acho que sim; Chegando em casa, fui direto para o armário novamente e peguei uma mochila, com algumas peças de roupas então sai pelas portas do fundo, e caminhei até o centro da cidade, nem mesmo eu sabia para onde estava indo, apenas para longe daquela merda de cidade, com o anoitecer florando ao céu parou em um bar e pediu um pequeno gole de whiskey, tirou algumas moedas do bolso e pagou pela bebida barata, virou em somente um gole então saiu dali fitando todos os presentes no momento, antes de chegar na porta um homem negro com vestes mais escuras ainda parou fronte a Devon, seus pelos do braço se eriçaram como uma sensação diferente com aquele homem, então ele bradou. - Devon Murray.. Venha comigo, seu pai o aguarda. - falou o negro olhando diretamente dentro dos olhos do garoto, sem pensar Devon prontamente tirou as mãos do bolso, e apoiou-se ao carro retirando um masso de cigarro do bolso, colocou um na boca e ofereceu outro ao negro, este recusou, foram alguns segundos de silêncios até o garoto acender o cigarro e dar sua primeira tragada neste. Logo retirou-ô da boca, e murmurou sem preocupação nenhuma. - E eu tenho pai? Cof.. - sádicamente o garoto assustou o negro com sua irônia, então ele pediu para que Devon entrasse no carro, o garoto sem desconfiança nenhuma aceitou o pedido e sentou no banco de trás, cujo abriu uma janela e deitou-se colocando os pés para fora na mesma. Não sabia para onde estava indo, então fechou os olhos e dormiu uma boa parte do tempo.

Wow, WTF?!

Hey.. Peoples
Devon; acordou já no meio da noite, o carro estava parado em uma espécie de casa de madeira muito antiga de dois andares, duvidava de como ainda aquela coisa estava em pé, estava sozinho no carro mas ao fundo poderá se ver algumas luzes vindo da casa, este desceu e caminhou lentamente até a porta frontal da casa, e de relance viu um cavalo, então foi ver oque fazia ali, ao chegar perto teve uma surpresa, ele começou a falar e o garoto caiu sentado ao chão e arregalou os olhos e gritou apontando para o cavalo. - Porra! Oque um cavalo falante tá fazendo aqui? Eu to drogado? Me deram muita maconha?! - logo se levantou e arrumou sua roupa, enquanto isso aquele ser dava uma risada um tanto engraçada, aquele momento começou a ser cômico, e o ar foi cortado quando ele começou a falar. - Devon, seja bem vindo, você ira repousar aqui pelos próximos dois dias, e depois vamos para a reclamação no acampamento meio-sangue, seu pai o espera anciosamente. Eu vou cuidar de você até lá. - o garoto fitou, ainda achando estranho aquilo, sobreamente achou que era um sonho ou alguma visão, mas com o tempo se adequou aquilo e ao mundo que existia algumas coisas que nunca tinha visto pessoalmente, ele sentou e conversou com a criatura, e por ali ficou por várias horas, e aguardou a tão aclamada "reclamação" de paternidade, tão citada pelo homem-cavalo.
[/center]
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qui 21 Jun 2012, 12:38

Reclamado ^^
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qui 21 Jun 2012, 20:08

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado? Dionísio

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus. R: Michael é um jovem alto(1,90 cm) e com um corpo um pouco trabalhado. Seu peso é normal(85kg) tem cabelos escuros, olhos azuis e feição jovem. É um rapaz bastante extrovertido e brincalhão, sendo sempre bem vindo em grupos de qualquer tipo, gosta de festas e de se divertir acima de qualquer coisa, detesta lutar e brigas, tentando evitá-las ao máximo. Por ter essas características acredito que Dionísio seja o Deus mais indicado para ser o meu pai.

O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Michael nasceu em uma época festiva, conhecida como o dia de todos os santos, poucos países celebravam tal data então durante muito tempo o jovem passou seus aniversários sem saber que aquela também era uma data especial para seu pai. Michael morava com sua mãe apenas e desde pequeno tinha o dom de conseguir amizades rapidamente, muito extrovertido e brincalhão, era sempre visto rodeado de coleguinhas que riam de suas piadinhas e brincadeiras, as garotas também gostavam de Michael pois se encantavam com seu jeito brincalhão e divertido, sua mãe as vezes chorava porque se lembrava que o pai de Michael era idêntico a ele em personalidade. o tempo passou e Michael cresceu, agora mais maduro ele gostava de sair e se divertir, continuava o mesmo brincalhão de sempre, só que como qualquer pessoa suas brincadeiras amadureceram assim como ele, sempre rodeado de amigos e de garotas. Quando Michael fez 18 anos sua mãe revelou a verdade para ele, já no início de uma idade avançada e cansada de guardar aquilo só para si Sarah Shadows revelou para Michael que seu pai era um Deus do olimpo, o Deus das festas e do vinho Dionísio, Michael não acreditou no início, mas, conforme sua mãe foi relatando como o conheceu e as lágrimas em seus olhos Michael percebeu que era verdade. Foi em uma noite de ano novo, estava tendo uma grande festa na casa de uma amiga de Sarah e ela resolveu participar, logo que se viram ela sabia que ele era diferente dos outros caras, então ele se aproximou dela e começaram a conversar, então dentro de pouco tempo eles estavam juntos e se amando, até que um dia ele revelou a verdade para Sarah, contou tudo para ela, a mesma, assim como Michael, não acreditou, mas, quando Dionísio revelou alguns de seus poderes Sarah acreditou. Em uma noite chuvosa Dionísio desapareceu da casa onde morava com Sarah, deixando a mesma grávida e sozinha. Ao terminar de contar tal história Michael não sabia o que fazer, então ele acalmou sua mãe dizendo que ela não tinha culpa de nada, após isso ele ouviu atentamente as ordens que seu pai havia dado a sua mãe, sobre o acampamento e sobre outros que eram como ele, então arrumando suas coisas Michael partiu atrás do acampamento que poderia aproximá-lo ainda mais de seu pai e de outros que padeciam do mesmo destino que ele.
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qui 21 Jun 2012, 20:23

Reclamado.
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qui 21 Jun 2012, 22:53





O
1



> Por qual Deus você deseja ser reclamado

Pallas Atena






O
2



> Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.

Vingativo, calculista e frio. Gosto muito de arquitetura, monumentos históricos me encantam.






O
3



> Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Fui criado por minha tia, ele sempre tentava me dar apoio sobre tudo. Me contava histórias sobre deuses e como eles construíram o monte olimpo. Sempre fui fascinado por arquitetura, meu pai era um homem nobre, digno de tudo que lhe aconteceu na vida... tirando um acidente que o levou á morte. Ele nunca me falou nada sobre a minha mãe, eu sabia apenas que ela havia morrido no meu parto, e até hoje sentia-me culpado por isso. Quando descobri ser um meio-sangue, mal sabia o que isso significava... "Meio sangue de que?" minha tia, no dia do meu aniversário de 16 anos, contou-me tudo sobre isso.
Explicou-me que, na verdade minha mãe era uma deusa olimpiana. Mas quem, em pleno século 21, acreditaria em deuses? Pois é, EU... De inicio, revoltei-me pelo fato de sentir culpa de não ter uma mãe, e agora descobri que ela estava viva, e viva para sempre ! Ela explicou-me também, algo do tipo que alguém viria me buscar em breve e eu deveria estar pronto... E esse dia não demorou a chegar, um sátiro -assim fora dito- Me levou para um tal de Acampamento Meio-Sangue, onde me encontro neste exato momento. O que vem depois? Só Zeus sabe...

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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Ter 26 Jun 2012, 14:52

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?

Hermes

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.

Sou muito agitado , imperatividade , e tenho alguns hábitos digamos... Inconvenientes. Como uma tentação de roubar coisas , mesmo que não tenham valor algum . Gosto muito de correr , quando era menor , minha mãe me inscrevia em maratonas 400m rasos , sempre vencia , até que me deixaram de fora da competição por que não havia alguém da minha idade que me vencia . Então após anos pressionando minha Mãe para dizer oque houve com meu pai , ela desistiu de esconder , e disse a min que eu era especial , que não era como os outros , que eu era Filho de Hermes.

No momento achei que ela estava brincando comigo , meu ídolo seria meu pai ?
Tinha quase certeza que ela estava brincando comigo , mas por um momento me comparei a ele , e achei muitas semelhanças , até que cheguei a conclusão que poderia ser realmente um filho de Hermes . Mas afinal , Deuses não existem ...

O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Após uma afirmação de minha mãe , fui me questionando para a Escola , onde achei meu amigo , que nao queria que fosse meu amigo , pois ele só diminuia minha popularidade na escola . O seu nome era Theo , na verdade Theodor , mas todos o chamavam de Theo . Ele era meio esquisito , usava um boné de aba reta virado para trás e nunca o tirava .

Ao chegar no recreio Theo veio logo me seguindo , eramos de salas diferentes , e como sempre , me perguntava se eu estava bem , se havia visto algo de estranho ... Então eu lhe falei sobre o acontecimento da noite passada , oque minha mãe havia afirmado e ele disse :

- CARAAAA , precisamos ir para o acampamento rápido ...- disse ele gritando -
- Oque foi que você disse Theo ? Acampamento ?


Ele nem respondeu , pegou meu braço e logo jogou uma moeda que parecia de ouro no chão e simplesmente '' brotou '' um Taxi , e logo em seguida me fez ligar para minha mãe e dizer que ja estava indo para o Acampamento , mesmo não entendendo eu fiz , pois nunca havia visto Theo tão apavorado quanto agora ...

- Ahn Mãe ... ?
- Oi Filho , Onde você está , Porque não está na escola ? O Diretor me ligou , disse que você havia fugido da escola .
- Calma Mãe , Theo disse que tenho pouco tempo , e disse para eu te dizer que estava indo para um acampamento Sangue e meio ...
- Meio sangue * - disse ela me corrigindo .
- É , esse mesmo , mãe tenho que desligar , o Theo disse que seremos rastreados , ele está apavorado demais e disse que depois vai me contar direito tudo que está acontecendo , bom Te Amo , Até logo...
- Te Amo filho...


Ao terminar a ligação , pressenti que eu não iria vê-la tão cedo. Fiquei muito assustado como Theo , ele estava muito apavorado , seus olhos estavam vermelhos , seu braço estava cortado , mas não tive tempo de perguntar , pois estava hipnotizado por um pinheiro enorme que estava no topo de uma colina , então Theo disse :

- Até que foi mais fácil do que eu esperava...

Sem saber oque ele queria dizer , subimos a colina , e Theo deixou uma moeda que parecia de um ouro reluzente no Táxi , que agora percebia que não era um Táxi comum , era Cinza e Antigo , e quem dirigia estava com um capuz negro , então me perguntei se havia ficado louco ?

- Não se assuste Tom , é Apenas a Névoa , que não age por aqui...
- Névoa oque ?
- Você entenderá...


Após isso fomos até uma enorme casa , e encontrei um homen que havia muitos olhos esoalhados pelo corpo inteiro seu nome era Argos , e eu aterrorizado quis fugir mas não me deixaram , então quando me sentei na sala da grande casa um senhor de cabelos negros me explicou tudo , e alegava que era o Deus do vinho Dionísio , e estava lá como castigo por festejar mas isso não me acalmou nada , fui para um chalé onde Theo, que acabei descobrindo que era um sátiro disse que seria minha casa de agora em diante . Já de Noite , fomos todos do meu chalé para o refeitório e um outro adolescente que alegava ser filho de Hermes também , ele me guiou até lá , então ao fazer minha oferenda aos deuses eu desejei que se Hermes fosse realmente meu pai , que enviasse algum sinal para me provar e foi quando em minha mente pude ouvir suavemente : Filho...
E um Caduceu aparece em cima de min , com todos aplaudindo...

FiM...
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Ter 26 Jun 2012, 17:30

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
O Grande deus Apolo!

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Eu consigo curar facilmente pessoas com meus dotes
em medicina, tenho uma boa pontaria no arco-flecha e tenho alguns
sonhos esquisitos... Fisicamente sou meio esquisita. Sou branca, (já sofri muito por causa dessa cor), tamanho médio e olhos azuis, cabelos claros.
Ser filho desse deus tão especial, para mim
seria uma grande honra. Ele sendo tão bem-humorado e paciente nos
momentos mais sufocantes, isso me dá confiança!









O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


Eu estava a caminho da escola quando de
repente apareceu um monstro na minha frente urrando e gritando de dor,
ele tinha aparência de que estava a dias sem comer e tinha uma pata
ferida. Eu não sabia ao certo o que fazer, estava entre sair correndo ou
ficar pra ajudar, mas uma coisa no olhar do monstro me fez parar. Medo,
era isso o que ele tinha nos olhos, então ouvi um barulho horrível,
como se estivessem passando mil giz de quandro ao mesmo tempo numa
superfície lisa. Olhei para o alto e vi o abutre mais monstruoso que eu
já tinha visto, o monstro que estava do meu lado olhou para cima também e
gemeu, foi aí que eu reparei o motivo dos seus ferimentos, era porque
ele estava sendo perseguido por aquele abutre monstruoso, eu não sabia o
motivo ou a razão mas eu estava decidida a ajudar aquela pobre
criatura. Eu chamei ele para me acompanhar, ele exitou um pouco mas
percebeu que não tinha opção. Então comecei a andar, eu sabia que não
poderia levar aquele monstro ao veterinário, imagine eu numa fila
esperando ser atendida por um veterinário com um monstro do meu lado.
Essa não era uma boa ideia. Então encontrei um beco chamei o monstro e
me agachei ao lado do muro, ele veio mancando em minha direção, eu olhei
para ele. Ele tinha a pele meio amarelada e tinha a forma de cachorro
só que no lugar de pelos tinha escamas, seus dentes eram afiados e seus
olhos dourados como ouro.


Então fechei os olhos pensando na forma de
poder ajudar aquela pobre criatura. De repente me vi entrando numa
marcenaria, com o monstro ao meu lado e de pata enfaixada. Abri os olhos
e olhei para o cachorro-dragão, que estava com a cara pior que antes,
foi aí que lembrei que eu tinha faixas na minha mochila, pois hoje na
minha escola era aula de antropologia e estávamos estudando sobre
múmias. Então peguei faixas e desviei meu olhar para umas plantas que
tinham nascido na parede, eu não sei como, mas eu sabia que elas iriam
me ajudar a curar o cachorro-dragão. Me estiquei para pegar as ervas,
elas tinham um leve cheiro adocicado. Peguei uma pedra próxima a mim e
um pote na minha mochila que estava com biscoitos, e dei os biscoitos
pra criatura faminta. Então comecei a amassar as ervas, o que deu um
belo purê. Pedi pro animal se aproximar, ele veio, mas com medo e
mancando da pata direita; ele deitou e esticou a pata ferida com
pequenos murmúrios de dor. Reparei que o sangue era dourado, mas como
estava seco ficou marrom. Limpei a ferida em redor e peguei um punhado
do purê de ervas e então cuidadosamente coloquei na ferida, ele se mexeu
um pouco incomodado, obviamente sentindo dor; comecei a cantarolar pra
ele se acalmar. Peguei as faixas e enrolei na sua pata; quando terminei
ele parecia mais calmo. Comecei a guardar as coisas quando ouvi um
barulho de asas gigantes, olhei para o final do beco e lá estava o
abutre gigante olhando para nós com o olhar ferozmente agressivo.
Terminei de colocar as coisas na mochila e pus ela nas costas, chamei o
cachorro-dragão com um aceno de cabeço e saí correndo. Virei a esquina e
monstro me seguiu, percebi que ele estava quase bom, e correndo
melhor. Olhei para o outro lado da rua e vi a mercearia da minha visão.
Atravessei a rua e senti uma sombra passando acima de mim e vi o pássaro
pousando em cima da placa da loja olhando para nós como se não comesse
fazia séculos. Entrei na loja desesperada me perguntando " o que eu
faço?", olhei ao redor e vi pedaços de madeira, uma mesa com papéis de
planilhas e ferramentas, do meu lado esquerdo brilhou um foco de luz,
quando vi era um arco com uma aljava cheia de flechas com ponta de
ferro. Perguntei se tinha alguém na loja, e nada. Só tinha eu, o
cachorro-dragão e um abutre tentando quebrar a porta dando bicadas.
Atravessei a sala rapidamente, peguei o arco e as flechas e posicionei
elas - até hoje me pergunto como fiz aquilo- e esperei. O pássaro
gigante derrubou a porta e ia atacar meu novo "amigo", não exitei,
soltei a flecha mirada na cabeça do abutre, instantaneamente segundos
depois ele virou pó dourado. Olhei para o cachorro-dragão sem entender
nada, em resposta ele apenas se curvou em gesto de reverência,
agradecendo. Nessa hora apareceu uma pessoa na porta.


-Precisamos sair daqui, vamos para um lugar seguro!- disse ele.
-Primeiro,
quem é você? E segundo, pra onde vamos?- perguntei confusa. Olhei para
onde o cachorro-dragão estava e ele tinha sumido.


- Béé, sou um Sátiro e preciso levar você para o Acampamento Meio-Sangue!- respondeu.
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Ter 26 Jun 2012, 19:59

Ficha de Reclamação:

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
R: Pelo Deus Apolo, o Deus do sol e da música, irmão gemeo de Artemis deusa da lua e da caça, filho de Zeus e da ninfa Leto.

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
R: Tal como Apolo sou adorador da música, sou atraente e um ótimo poeta. Gostaria específicamente ser filho de Apolo pelo mesmo ser o Deus da música.

O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

R:


Tudo sobre mim até o acampamento meio - sangue e a descoberta de meu pai começa apartir deste momento, numa noite fria e sem estrelas, agradável até pelo fato de não estar chovendo ou impossível de se sair para dar algumas voltas. Estava totalmente entediado em casa, não estava mais divertido tocar meus instrumentos solitário, queria uma banda, pensei um pouco e vi que não era isto, uma banda me traria problemas, o que eu queria realmente era me tornar um dos maiores músicos que este mundo já viu. Minha mãe era muito esforçada apesar de tudo e sempre tentava fazer o melhor para mim, não sabia a existência do meu pai, sempre pensei que eu nasci de um possível estrupo pois ela nunca me contava sobre meu pai. Nesta noite resolvi perguntar para ela, me retirei do meu quarto e caminhei com passos tranquilos até onde minha mãe estava (a cozinha) e perguntei com palavras totalmente tranquilas e doces para ela:

- Mãe gostaria de lhe fazer uma pergunta.

Ela se virou para mim, secou suas mãos e se sentou na cadeira respondendo:

- Sim filho, pode perguntar, acho que já está na hora deu lhe responder.

Olhei fixamente para ela com uma cara duvidosa e disse:

- Quem é meu pai?

Ela sorriu e desviou o olhar de mim olhando para cima não querendo respondeu, deu um suspiro calmo e disse:

- Você acredita em Deuses?

Abaixei minha cabeça e respondi:

- O que você está querendo me dizer é que sou filho de um Deus?

Minha mãe não parecia estar tão calma, passaram - se alguns minutos e ela voltou dizendo:

- Se eu lhe dissesse que você é filho de um Deus chamado Apolo, você acreditaria em mim?

Sorri para ela e respondi:

- Eu acreditaria até se você falasse que eu nasci de uma lâmpada, pois você é minha mãe.

Se passaram alguns minutos e ela continuou me contando tudo sobre o mesmo, aquele que se chamava Apolo, o Deus da música, talvez seja esse um dos motivos por eu gostar da música e ter tal talento para o mesmo, depois de um tempo ela ficou um pouco séria e disse que eu estaria correndo perigo estando ali com ela, o melhor a se fazer era ir para o acampamento meio - sangue para aprender a me defender entre outras coisas. Acenei com a cabeça demonstrando um leve sorriso e concordando com o que ela havia me dito. Na manhã do dia seguinte arrumei toda minha mala e parti dali com uma tal pessoa que ela disse que me levaria em segurança para tal acampamento, não havia me interessado no nome dele, não mesmo.
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Ter 26 Jun 2012, 20:22

Paint It Black ,
I see a red door and
I want to paint it black, No colors anymore, I want them to turn black, I see the girls walk by dressed
In their summer clothes, I have to turn my head, Until my darkness goes.





O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Desejo ser reclamada pelo deus Dionisio, deus olimpiano do vinho, da loucura, das festas e do teatro.

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Lana tem a beleza necessária para ser uma modelo na vida real, é magra na medida certa, todas as curvas no lugar e sem nenhuma mancha na pele. Para os mortais, seus olhos são de um azul escuro profundo, como o oceano, porém, na realidade, elas são de um tom mais puxado para o violeta. Eles vão escurecendo de baixo para cima. Tem um nariz fino e lábios delicados, ambos contribuem para sua expressão fixa de garota ingênua e sonhadora. Não tem a melhor altura do mundo, aproximadamente 1,65 metros e, definitivamente, não é daquelas garotas que se olham no espelho e pensam "Deus, estou muito gorda!". Lana gosta de si mesma, porém é humilde em relação à sua beleza.

É discreta e observadora. Analisa cada detalhe de meu inimigo, e quando ataca vai direto em seu ponto fraco. Tenta não chamar atenção, caminha silenciosamente e sempre nas sombras. É muito detalhista e cuidadosa, antes de realizar algo, toma muito cuidado para que nada dê errado, cada detalhe é importante. Na escola e com as pessoas em geral, é a bondade e gentileza em pessoa. Ajuda todos que precisam, é educada e adora conversar com qualquer um. Não é nem um pouco preconceituosa, odeio as "panelinhas". Nerd? Só um pouquinho. Odeia estudar, porém é a mais inteligente do seu ano. Completamente apaixonada pelo teatro, uma ótima atriz, encara cada personagem como se realmente fosse ele. Sua segunda paixão é a escrita, de baixo do travesseiro tem blocos e mais blocos de histórias. Pode ser um pouco bipolar, talvez pelo fato de já ter "Vivido" várias pessoas.

O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Dia dez de setembro, 1995. Uma cesta de palha fora deixada na porta de um pequeno prédio de apartamentos na parte pobre de New York. O vulto de uma pessoa tocou a campainha, tremeluziu e desapareceu. Uma grossa camada de orvalho cobria as ruas. Dentro da cesta estava em bebê pálido, de olhos azuis e cabelos bem dourados. Apesar da temperatura gélida, a criança parecia à vontade, sem demonstrar frio. Se passavam das 23:00, o lugar parecia deserto. Depois de alguns segundos, uma luz se acendeu no interior do prédio, a porta tremeu e se abriu. Um homem que cercava os trinta anos, Noah, olhou, assustado, para a cesta. Procurou por um responsável nas redondezas da rua por algum tempo, porém logo percebeu que o bebê estava sozinho. Com uma expressão de pena no rosto, o homem pegou a cesta e levou-a para o lugar. Dentro da cesta estava um bilhete, explicando que aquela era Lana, sua filha.

Noah, na hora que leu a carta que estava na cesta, soube quem a garota era. Ele a criou da melhor forma possível, ensinou-a o que era certo e errado, regras de educação e fazia o papel de mãe, dando conselhos e coisas do tipo. Lana tinha uma vida relativamente normal, até que descobriu o teatro aos dez anos. Ela começou a passar cada vez mais tempo fora de casa, ensaiando e atuando em diversas peças. O pai e ela compartilhavam uma paixão pelo teatro e pela escrita, ele era professor de drama numa faculdade da cidade. Os dois passavam horas deitados na grama do parque fazendo monólogos improvisados e escrevendo histórias sem fim.

Certo dia, Lana estava passeando pela Brodway num passeio escolar, quando o grupo de alunos e professores foi atacado por um ciclope descontrolado. Ele gritava coisas sem sentido nenhum e brandia uma espécie de bastão. O monstro praticamente não notou os mortais, foi direto para Lana. Sem saber o que fazer, a garota simplesmente correu. Correu pelas ruas da cidade, até um restaurante afastado da confusão. Ao se sentar numa das mesas, Lana foi abordada por um homem bode que, sem mais nem menos, bateu na cabeça dela com uma flauta de madeira. Ele era mais forte do que parecia e, depois de quatro pancadas seguidas, a garota desmaiou. Ao acordar, estava sentada na enfermaria do acampamento meio-sangue sem saber de nada.




additional information,
ficha de reclamação post 02 words vai saber clothes --- notes me reclama aecredits by chay at OPS!
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Ter 26 Jun 2012, 20:30

Todos foram Reclamados, parabéns.
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qui 28 Jun 2012, 14:07

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Desejo ser reclamado como filho do deus Dionísio.
O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Minhas principais características são a felicidade , lealdade , amizade , e coragem.Gosto muito de fazer teatro e cantar e adoro uma festa.
O3 — Relate a história da sua personagem.
Hoje meu dia não havia começado bem acordei com o sol queimando meu olhos , quase fiquei cego.Depois de ter me arrumado e tomado café finalmente havia chagado a escola.Era um dia normal se não fosse pelo o que aconteceria depois.Cumprimento alguns colegas meus , conheço a maioria das pessoas daquele colégio.Depois de alguns tempos chatos de aula de matemática cujo o professor parecia um sapo grande falando com uma verruga nojenta e melado na testa , finalmente esta na hora da aula de Biologia minha matéria preferida.Todos nós temos que ir para a estufa de biologia que ficava na área verde fora da escola.
O banheiro esta vazio só tem eu , me abaixo pra lavar meu rosto , quando a aguá toca minha pele sinto que a aguá esta quente na verdade o banheiro estava quente levanto e vejo o espelho embaçado e percebo que tem alguém perto da porta da saída.Me viro e vejo que é algum tipo de ogro de cabelos ruivos com calças jeans rasgadas.Olho para as mãos dele e vejo que tem uma especie de bolo de fogo girando entre seus dedos fico paralisado quando escuto um barulho alto:
Vuimmmmmmmmmmmmm - A bola passa pelo meu lado chamuscando meu lado esquerdo quando bate no espelho - Bum!
Volto para o meu corpo e a unica coisa que faço e corre pra a cabine de um banheiro.Tranco a porta mesmo sabendo que nada disso adiantaria , por instinto passo para a cabine do lado pelo vão que tem embaixo delas.A cabine que eu estava explode e so vejo o fogo por baixo do vão e queimando minha perna.Grito de dor quando o monstro arranca a porta , seus dedos começam a brilhar intensamente e vejo alguns raios de fogo surgindo.A bola de fogo fica enorme , ele se prepara pra tacar mas antes que ele tacasse vejo a ponta de uma espada atravessando seu peito , ele explode em mil fagulhas douradas e so fica um pouco de poera no ar que entra em meus olhos e os embaça.Ponho a mão nos meus olhos quando escuto uma voz:
-Hum salvei sua vida,Que tal irmãos ao acampamento para melhorar sua perna?
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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Dom 01 Jul 2012, 00:14



Make me wanna die...



O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado? Afrodite


O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus. Gabi é um tanto convencida, divertida, sexy e as vezes consegue ser fofa, meiga.. Mas outras vezes consegue ser completamente o oposto disso. Desde o acidente que matou seu namorado, ela passou a ser uma pessoa fechada, irritante, retardada, irônica e sárcastica. Essa menina tem muito o que apresentar.


O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Bom, se você é daqueles que acham que a vida é um conto de fadas, e que todos os contos de fadas tem um final feliz, pode ir mudando de ideia. A vida é definitivamente um pesadelo, e é pior ainda quando se é um semideus. Tendo todos aqueles problemas, tais como a Dislexia e o Deficit de atenção. Tendo de se esforçar muito e tudo mais. Mas para piorar a situação, tem que ficar trancada em um internato, depois de estudar em quase todos do estado. É, isso é basicamente minha vida. Pior ainda é quando você tem que ser relembrada de seu passado, das pessoas que passaram por ele e tudo mais. Ano passado eu diria normalmente que eu era uma pessoa normal, com apenas alguns probleminhas e nada mais. Mas hoje em dia eu não posso me dar o luxio de dizer ''Pô, eu sou uma pessoa normal''. Nasci e cresci em Nova York, uma cidade grande e boa para poder aprender sobre a vida e tudo mais.

Frank Pierce é meu melhor amigo desde sempre. Nos conhecemos na escola, quando tinhamos apenas cinco anos. Hoje tenho quinze e ele desseseis. Ele é alguns meses mais velhos que eu e sempre esteve comigo nos meus piores momentos... Até naquele acidente que matou meu namorado - Brad Jhonson. A gente estava indo para uma festa numa cidadezinha próxima a Nova york, e ele estava dirigindo e bebendo ao mesmo tempo e mesmo que eu tivesse pedido para que parasse, ele não me deu ouvidos. Quando passamos por uma ponte encima de um rio ele perdeu o controle e utrapassou as barreiras... O carro foi encontrado algumas semanas depois no meio do rio. O cinto de Brad havia ficado preso, e ele não conseguira se salvar, morreu afogado...

Numa tarde quente, Gabriella estava lendo seu livro favorito em baixo de uma grande árvore quando viu uma sombra. Ela deixou seu livro no chão e foi ver o que era. Uma moça que usava um grande chapéu marrom e um óculos preto. Ela vinha de cabeça baixa e parou um metro de distancia de mim.. Ela começou a retirar o óculos quando Frank gritou para que eu não olhasse para ela. Rapidamente Gabriella fechou seus olhos e começou a gritar, a medusa estava apertando seu pulso com toda sua força. Ela só ia soltar quando Gabriella abrisse seus olhos. Frank se aproximou de Medusa e lhe tacou uma pedra na cabeça, apenas para distrair a medusa. Enquanto a medusa se virava para Frank, ele jogou uma espada e eu a peguei. Furiosa, Medusa me olhou e rapidamente fechei os olhos. Meu coração estava desparado, lembrei que estava com meu Iphone, então olhei ela pelo reflexo e cortei a cabeça dela.

Após ver o corpo desepado no chão, sentei e comecei a a gaguejar. Frank me levantou e me abraçou e disse que tudo ficaria bem se eu confiasse nele. Frank me disse que teria que me levar para uma espécie de acampamento e que eu ia ficar muito mais segura por lá. Fomos para meu apartamento, falamos com meu pai que pegou o carro e rapidamente começou a dirigir até o tal acampamento.



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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Dom 01 Jul 2012, 15:09

    Ficha de Reclamação

    O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
    Desejo ser reclamada por Nyx.

    O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.

    Primeiro irei descrever as características que mais interessam: as físicas, pois quando conhecemos uma pessoa a princípio a primeira coisa que notamos em tal é sua aparência física.
    Tenho longos cabelos negros que caem de forma graciosa sobre meus ombros, olhos castanho escuros que mudam de cor conforme meu estado de espírito e pele alva e sedosa. Em relação a minha altura, sou baixinha. Sou esbelta e possuo curvas delicadas.
    Agora irei descrever minhas características psicológicas e meus gostos. Minha característica mais marcante é o meu jeito misterioso, frio e irônico. Mudo de humor facilmente tendendo a não ser muito agradável para alguns, posso estar tranquila e repentinamente posso tornar-me agressiva. Trato as pessoas da mesma maneira que me tratam, ou seja, se você é legal comigo, também serei legal com você e caso não seja... Serei sua pior inimiga, pois sou muito vingativa. Sempre estou com meu costumeiro semblante entediado e muito dificilmente esboço um sorriso e quando o faço na maioria das vezes é um sorriso torto carregado de sarcasmo.
    Os motivos pelos quais escolhi ser filha de tal deusa são vários, porém irei ressaltar somente os cruciais. Sou uma apaixonada por magia, mito ou não, a magia (ou ao menos a idéia de mágica e de que talvez exista) sempre me fascinou e deixou-me muito intrigada, e também pela noite e a tudo que está relacionado a ela. Identifico-me muito com Nyx e com o que a deusa representa


    O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.



    Alexandra Mikayda nasceu em Londres na belíssima e mágica noite do dia 13 de Janeiro, onde a Lua brilhava soberana no céu da capital londrina e tudo parecia estar envolto por uma aura mágica e misterosa.
    O vento era gélido, as árvores farfalhavam como se fossem orquestradas por um maestro invisível, fazendo com que aquela noite não fosse como as outras.
    Alex, como prefere ser chamada, passou uma grande parte de sua vida em Londres com seu pai, Thomas Mikayda, um renomado cientista e escritor. Mas depois tiveram que se mudar para Dublin, onde seu pai realizaria pesquisas e buscaria inspiração para novos livros.
    Alexandra sabia que não era uma garota normal, na verdade ela sabia disso desde quando era pequena quando seu pai a levava ao parquinho e as crianças não queriam brincar com ela, então ela ficava lá sozinha com a sua varinha, caldeirão e grimório de brinquedo. Na escola não foi diferente, Alex passou por todas as escolas particulares de Londres e de Dublin e fora expulsa de todas. A garota era um imã para problemas e sempre estava no lugar errado na hora errada.
    E assim ela foi vivendo, mudando de escola todo semestre enquanto tentava lidar com o TDAH e a dislexia, sendo super protegida pelo pai, recebendo olhares tortos dos vizinhos por seu pai cria - lá sozinho, e o mais importante era o fato de que o homem nunca falava, em hipótese alguma de sua mãe. Até que um dia Alex cansada de todo esse mistério explodiu, gritou a plenos pulmões com seu pai, e o homem sentado em sua poltrona de couro apenas abaixou seu jornal, fitou a garota com seus belos olhos azuis e disse:

    -Você é igualzinha a sua mãe.
    E esse foi o ponto final desse assunto, afinal a garota sabia que não conseguiria arrancar nada de seu pai.
    E então o seu primeiro dia de aula em uma escola pública, a única que a aceitou com aquele currículo, chegou, Alex não sabia por que, mas ela estava animada de alguma forma ela sabia que sua vida mudaria completamente.
    O dia parecia normal, o lugar era um pouco diferente das outras escolas que a garota frequentou, mas ela gostava. Catherine começou a pensar que talvez sua vida pudesse ser um pouco normal, até que a última aula chegou.
    A aula era de história e isso só queria dizer uma coisa, pelo menos para ela: Hora da soneca. A garota tentava se concentrar, os deuses estão de prova que ela tentava, mas ela olhava o professor falar, via a boca dele se mexer, mas não ouvia som algum sair de sua boca.
    No meio da aula enquanto o professor falava algo sobre a proclamação da república ou algo assim, a curiosa Alex resolveu olhar pela janela e rodeando a escola estava uma criatura que a garota nunca vira antes. Do pescoço para baixo parecia um homem, claro que usava só cuecas era hiper musculoso e devia ter no mínimo dois metros de altura, mas tirando todos esses detalhes ele parecia um homem normal o que assustou a garota foi a cabeça do cara que tinha forma de touro. Ela piscou, esfregou os olhos várias vezes pensando que o sono estava pregando peças nela, mas ela sabia de alguma forma que aquilo era de verdade.
    A garota se levantou do seu lugar no fundo da sala espantada fazendo com que todos olhassem em sua direção.

    -Algum problema senhorita Mikayda?Seu professor perguntou.
    -T-T-em um, um bicho aliAlex apontou com seu dedo trêmulo na direção de onde a estranha criatura estava.
    Todos os alunos se levantaram para olhar, mas o professor os impediu indo somente ele para a janela.

    -Não tem nenhum monstro ali senhorita MikaydaEle disse saindo da janela – Somente um homem de roupas íntimas - Disse o professor logo em seguida fazendo uma careta fazendo todas da sala gargalhar menos ela.
    O professor continuou dando a aula, mas não por muito tempo. De repente um estrondo interrompeu a aula, o professor tentou acalmar a turma, mas as garotas mais histéricas saíram correndo pelos corredores pedindo socorro. Alexandra empurrou a multidão, desceu as escadas e quando chegou ao refeitório o homem-touro estava destruindo tudo que via pela frente fazendo as mulheres que trabalhavam lá gritarem. Alex pensou em gritar para distraí-lo, mas alguém colocou a mão em sua boca puxando-a para o banheiro masculino.
    -Você enlouqueceu garota?disse um menino da sua turma de álgebra que andava de muletas e um gorro na cabeça.
    -Eu? Você é que me puxou para o banheiro masculino garoto! - Ela praticamente berrou, foi então que a garota percebeu que um belo menino loiro de olhos verdes estava junto contendo o riso.
    -Quem é você?Ela se virou para o garotoQuem são vocês dois? E o que é aquela coisa lá fora?
    -Eu sou um sátiro e aquela coisa lá fora é um minotauro, e eleO sátiro apontou para o garoto loiroÉ um meio-sangue como você
    -O QUÊ?Os dois disseram em uníssono.
    -Olha, não dá tempo de explicar eu tenho que tirar vocês daqui.
    - Mas tem pessoas lá fora que esse tal de minotauro vai machucá-las! O garoto disse em um tom de desespero.
    Os três saíram correndo do banheiro e assim que viram o tal monstro, pegaram a primeira coisa que viram na frente – no caso uma mesa – e jogaram em direção a ele acertando, por sorte, sua cabeça.

    -Ele morreu?Alexandra perguntou
    -Não, só desmaiou, agora vamos quando ele acordar e não sentir mais o cheiro de heróis, irá vir atrás de vocêsO garoto estranho que acabou de tirar as calças mostrando pernas de bode puxou Alexandra e o menino loiro para fora da escola enquanto dizia.
    -Preciso levá-los até o Acampamento Meio-Sangue.

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MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Dom 01 Jul 2012, 19:39

Ficha de Reclamação ~~ Anna Gates


O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Deméter
O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Eu sou um tanto convencida, divertida, sexy e as vezes consegue ser fofa, meiga, irritante, retardada, irônica e sarcástica, esperta, inteligente. Eu sou corajosa, fria com quem merece e um pouco desastrada. Tenho personalidade forte, sou um pouco bipolar mas as pessoas se acostumam com o tempo. Amo qualquer atividade ao ar livre, diferente de meu pai... Eu gostaria de ser filha de Deméter, pois eu me identifico muito com ela, ela é a uma das minhas Deusas favoritas e foi uma das primeiras que eu conheci. Eu amo a história dela, e tudo mais.

O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.


Sempre fui daquelas menininhas que brincava com suas bonecas já pensando no futuro. Dava nome as bonecas e falava '' Quando eu crescer terei uma vida de princesa, como naquelas historinhas.. Vou encontrar meu príncipe encantado, iremos nos casar e ter um final feliz'', mas essa besteira de final feliz não existe, só nas historias da Cinderela, onde ela consegue tudo o que sempre quer, até consegue transformar um rato em uma abóbora ambulante. A vida real não é como uma brincadeira de boneca, você sempre terá que enfrentar alguma coisa para encontrar seu príncipe encantado, e nem isso será tudo. Você terá que lutar para conseguir tudo aquilo que você quer.. As vezes queria poder voltar no tempo e ser aquela menininha que brincava com sua boneca sem ter que se preocupar com a vida...

Nascida e criada em Nova York, uma cidade onde o que mais se vê é prédios, lojas, carros e etç. Eu estudava em uma das melhores escolas da cidade, bem no centro de Nova York, meu pai era um empresário importante, e quase nunca estava em casa para cuidar de mim, nem mesmo quando eu quebrei o braço, aos sete anos de idade. Sempre era uma das meninas que trabalhavam em nosso apartamento, isso era de fato irritante. Meu pai não sabia fazer nada por conta própria, diferente de mim, que fui obrigada a aprender tudo sozinha.
Na escola, eu não era lá a rainha da popularidade, nem tentava ser. Eu vivia de bem com a vida, nem tão bem assim, mas whatever.. A escola era uma droga, não dava atenção para nenhum estudante, é por isso que em toda aula de E.D. eu fugia da escola e ia até um jardim botânico que havia perto da escola. A alguns meses conheci Drake, ele é um cara com um tipo de deficiência que trabalhava no Jardim Botânico. Ele sempre me levava para a escola, me buscava e saia comigo e tudo mais.

Numa tarde fria, Drake resolveu me levar até uma padaria onde vendia um chocolate quente divino. Andamos pelas ruas movimentadas até entrarmos num beco escuro e úmido. Estava escurecendo e a única iluminação por ali era uma luz fraca que ficava piscando. Havia algo encolhido num canto, entreguei minha bolsa a Drake e andei até lá. Quando coloquei a mão sobre o ombro da coisa, senti seu pelo.. Era um minotauro. Ele agitou os braços e me jogou para longe. Bati numa escada de ferro e cai no chão. Drake jogou uma adaga na minha direção, levantei com a ajuda da escada e fui até o minotauro, com minha adaga na mão e então começo o ataque com a adaga. O minotauro investe em mim. Mas como todo mundo sabe os minotauros não tem boa visão, nem uma boa audição, então eu me daria muito bem. Quando ele veio para cima de mim, me desloco rapidamente para a esquerda e depois para atrás. Com minha adaga em mãos, avanço na direção dele, na expectativa de acabar com ele. Mas antes disso ele me ataca. Então me encosto na parede e respiro um pouco, logo me recuperando para mais um 'round'. Ataco com a adaga, passando-a na pata esquerda dele . Ele bufa alto, mas cambaleia para trás e tropeça em um latão de lixo, ficando em desvantagem. Sorrio malignamente e o acerto no local do coração. Então novamente vejo uma nevoa dourada subindo, e o monstro - Minotauro- sumindo .

Depois disso, Drake me levou para casa, mas como sempre foi inútil já que meu pai não estava lá. Me joguei no sofá e ele começa a falar que tinha que me levar dali, para um lugar mais afastado da sociedade, lá eu estaria salva... Eu não podia sair sem me despedir de meu pai.. Ele bufa alto e me explica tudo. Senti uma lágrima botando em meus olhos, corri para cozinha, escrevi um bilhete e grudei na geladeira. Que diferença ia fazer para meu pai? Se ele realmente se importasse comigo eu taria feliz agora, sabendo que em algumas horas ele voltaria para casa, me daria um forte abraço e prepararia algo para nós... Não me iludo assim desde quando tinha apenas quatro anos.
Drake pegou seu carro e me levou até o tal acampamento. Foi uma viagem divertida, ficamos conversando até eu adormecer..


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Reclamação de Paternidade Olimpiana
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