InícioFAQBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-seCalendário

Compartilhe | 
 

 Reclamação de Paternidade Olimpiana

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3
AutorMensagem
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Dom 01 Jul 2012, 21:57

♠ Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Nyx

♠Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.

Bom, sou forte, Cabelo curto, Olhos.. Bem não sei bem dizer... Não tenho muito que comentar sobre características Físicas.
]

Bom, por onde eu começo... Inicialmente eu sou muito quieto, tento evitar falar com as pessoas, por que elas gostam de me avacalhar.. Eu Demoro para ficar irritado porém quando fico.. Bom, melhor saírem de perto.
Já com meus amigos, sou simpático, tento sempre fazê-los rir, mas ainda sim sou o que menos fala deles, gosto de viver no meu mundo, minha mente é uma grande aventura, como um labirinto onde só eu sei os caminhos certos.
Acho que me identifico com a Deusa por gostar bastante da noite, lugares escuros, quietos, o que da um ar sombrio aos locais.
Não tinha certeza do que queria fazer de trabalho... Talvez Ator... Não isso seria mais para alguém que se relaciona melhor... Acho que o primeiro trabalho que eu encontrasse que eu pudesse ficar quieto, vivendo nos meus pensamentos.


♠ Relate a história da sua personagem.
Bem para começar tenho 16 Anos, sempre fui quieto, o que era mais um motivo de “avacalhação”, apesar de não parecer eu me dedico muito nas matérias História, Química, Física, e o que mais aparento Educação Física.
Andava com poucas pessoas, e essas poucas eram as únicas que me respeitavam, e por isso, as únicas que eu respeitava, Por que eu odiava algumas pessoas da escola? Bom vou contar um dos fatos..
O que você acha de estar na sala, e quando a professora vira por um segundo alguém coloca uma aranha nas suas costas?
Esse foi o começo, mas Charles não desistiu depois que eu peguei a aranha na mão e a coloquei na mesa dele, ele olhou bem para mim e falou bem baixo:
- Eu te pego garoto. – Então esmagou a aranha com o livro.
Revirei os olhos e o ignorei, virei para a direção da professora que estava escrevendo na lousa: 2x²+8.(y³.x²)... E continuava a escrever.
“Odeio aula de matemática” Pensei, então comecei a escrever, quando uma bola de papel com cuspe voou em direção a professora a acertando na nuca, logo ela se virou vermelha de raiva.
- Quem fez isso? – Ela gritou. – Exijo saber Agora! Quem foi o engraçadinho?
- Foi o Marcelo Professora! – O Charles falou apontando para mim, então me virei para ele e quando olhei novamente para minha mesa, ele havia colocado o canudo duas bolinhas de papel na minha mesa.
- Marcelo... – Começou a falar a professora.
- Qual vai ser o castigo? – Perguntei tranquilamente, o que deixou Charles com mais raiva ainda.
- MAS COMO VOCÊ TEM CORAGEM DE ASSUMIR A CULPA SEU ANORMAL? VOCÊ SABE QUE NÃO FOI VOCÊ! – Gritou Charles, então todos olharam para ele.
- NÃO NÃO! FOI O MARCELO QUE MANDOU, FALOU QUE SE EU NÃO FIZESSE ISSO IRIA CHAMAR SEUS AMIGOS E IRIA ME BATER! DECIDI COLOCAR NA MESA DELE POR PURA VINGANÇA! EU NÃO FIZ POR QUERER! JURO! – Ele falava se alto defendendo.
- Hora! Vão já os dois para a Diretoria! – Falou a professora, e metade da sala deu risada baixinho.

Me levantei e saí da sala, Charles foi atrás, assim que saímos da sala e fechamos a porta novamente ele me empurrou em direção a parede.
- Olha o que você fez garoto! Agora você vai ver! – Ele falava com a mão levantada para me socar.
- Tente. – Eu falei, e ele tentou dar o soco, segurei sua mão com a minha mão direita, então torci seu braço um pouco e dei uma rasteira, ele caiu no chão porém logo se levantou tentando me dar um outro soco de cima para baixo, desviei e então me joguei no chão com ele, já estava o estrangulando, era um dos golpes que havia aprendido no Morganti Ju Jitsu (Sim isso existe e eu pratico) enquanto o estrangulava sussurrei nos seus ouvidos:
- Não mexa... – Apertei um pouco mais. – Com quem está quieto... – Ao terminar a frase o joguei para o lado e levantei, ele colocou a mão no pescoço, e para minha sorte, uma monitora viu toda a cena... Ele saiu de coitado.
Já com minha família... É... Não mudava muito, em festas eu ficava em um canto separado, não falava com quase ninguém, eu ficava pensando em tudo que já havia acontecido na minha vida, e esse é um dos motivos para eu não manter muito contato com eles.
Áreas que me interessavam mais?
Bom gosto de cinema, bibliotecas, porém o local que eu mais gostava era uma floresta que não ficava muito longe da minha casa, eu conhecia um canto dela, onde ficava quase que um circulo sem árvores, eu havia montado quase que um acampamento lá, gostava muito de ficar lá, em paz, sem ninguém para me encher a paciência.
Lá havia uma barraca, e um banco próximo a uma lareira que eu acendia para ter uma visão melhor a noite, o curioso era que eu enxergava muito bem no escuro.
O que me leva a mais uma história...
Estava lá em meu “canto” no meio do mato, já era quase 19:00, O céu estava demorando um pouco para escurecer mas em fim ele estava deixando de ter o sol, para dar lugar as estrelas... “Agora fica o tipo de clima que eu gosto” Eu pensei, e fui acender a fogueira que me inspirava a escrever, o som do fogo, algumas corujas, grilos, a noite, estrelas, barraca, decidi ficar por lá, eu iria passar a noite na floresta, que mau poderia acontecer?
Esse foi meu pensamento... Mas eu estava errado, tudo que eu achava que daria certo se complicou.
Meu saco de dormir estava na barraca, A lanterna estava ali, minha faca estava ao lado, não poderia deitar e dormir com uma faca próxima a partes... Perigosas para um Homem.
- Certo, o que esta faltando? – Falei, então saí da barraca e olhei em volta, vi um vulto, então revirei os olhos.
- Fala sério, tudo que eu precisava. – Peguei a faca que estava na barraca e olhei a ponta. – É, Tenho um serviço para você – Ouvi uma risada bem baixa, então fiquei quieto, “Não pode ser um animal para rir daquele jeito, é alguma pessoa” pensei.
Comecei a andar pelo circulo onde não tinha árvores.
O local seria algo assim de dia:
Spoiler:
 
Porém durante a noite, ele ficava sombrio... E eu gostava daquilo, logo ouvi uma voz;
- Ei Marcelo! – A voz falou, ela não me era estranha, continuei caminhando, estava andando em direção a voz – Uuuu ta chegando perto, vem, vem vindo! – A voz falou, quando vi, uma corda se esticou me fazendo cair no chão, então ouvi a voz rindo novamente.
- Charles... – Falei baixo com raiva, então fiz o que ele menos esperava, eu havia caído próximo a um pedaço de madeira, o peguei e me concentrei, então joguei, o pedaço acertou sua cabeça enquanto ele ria, então me levantei, outras duas pessoas saíram correndo, eu fui andando em direção a Charles que estava no chão com a mão na cabeça.
- Isso que você queria? – Falei – Para que você quer infernizar a vida dos outros? – Ele olhava para mim – Quer saber? Queria me deixar com raiva? – Falei debochando mas então fiquei sério – Não deveria ter desejado isso - Então chutei a barriga dele, ele ia gritar ou falar alguma coisa provavelmente.. Mas então coloquei o pé sobre sua garganta e fui apertando até que ele ficasse sem ar – Cara odeio seu tipo... Vive tentando esconder sua vida ridícula, acabando com a dos outros... – Apertei mais – É a segunda vez que se encontra em uma situação assim não é? Dessa vez não temos monitores de corredor para você sair de coitadinho.... – Soltei um pouco o pé para que ele respirasse um pouco, então voltei a apertar mais forte do que antes – Agora... Sabe o que muita gente faria no meu lugar? Com essa chance? Você nos pés? – Ele tentou segurar minha perna então dei um chute no seu queixo – É... Você deve saber, mas eu não vou me rebaixar ao seu nível... Ainda – Então tirei o pé e ele colocou a mão no pescoço respirando fundo – Da próxima vez... Pense duas vezes antes de tentar ser o espertinho.
Então dei um passo para traz e ele levantou e saiu correndo o mais rápido que conseguia, voltei para a barraca e fui dormir.
Eu não gostava de fazer aquele tipo de coisa, mas alguém tinha que mostrar pra ele que ele não é o melhor... Eu sou justo... Só isso.
Saindo desse assunto de ser uma pessoa má...
Eu realmente gostava de uma amiga minha, ela se chama Daniela, mas eu não tinha coragem de falar nada para ela, o máximo que eu fiz foi lhe dar uma caixa de chocolates um dia que estávamos no Shopping.
Comida... Meu prato preferido, é macarrão com molho branco... Adoro chocolate... E frutas tento comer sempre algumas, para me manter saudável.
Uma coisa que eu sempre admirei é Mitologia, Em especial Romana e Grega, a forma que eles tinham um tipo de ligação sempre me provocou curiosidade.
No meu canto na floresta, eu tinha uma área onde treinava golpes em bonecos improvisados que eu mesmo havia feito, treinava tanto com as mãos quando com uma faca que continha um soco inglês que eu sempre levava comigo quando ia até lá, um dia eu estava lendo um livro que se chama A Droga da Obediência, era um trabalho para a escola, eu achava que seria um livro chato, mas quando li percebi que não tinha nada a ver com o que eu imaginava pelo titulo, era um livro bem pequeno, comecei a ouvir alguns ruídos, então olhei em volta e não vi nada, lembrei que tinha que fazer uma musica com rimas, outro trabalho da escola que tinha como tema as condições de hoje, do dia a dia, comecei a pensar em algo, aos poucos a musica surgia na minha mente e eu a escrevia em um papel.
Novamente comecei a ouvir alguns ruídos, dessa vez mais alto, então peguei minha adaga e levantei, olhei em volta e novamente não vi nada, foi quando ouvi.
- Sssssssssemideus. – Uma voz não muito longe estava falando, me virei tentando ver de onde vinha. – Eu sssssssssei exatamente onde você essssssssstá, hora... Não pode me ver? – A voz continuou falando.
- Charles se for você é melhor não tentar nada... – Falei, estava um pouco nervoso.
- Charlesssssssss? Não me rebaixe ao nível de um humano imbecil... – Ela falou, então me virei e vi uma Dracanae(Eu reconheci pela Mitologia) Eu não acreditava no que estava vendo, aquilo realmente estava acontecendo, mas eu achava que estava louco, estava vendo coisas, foi então que ela chegou perto e eu decidi fazer algo, ela segurava um pedaço de madeira e tentou acertá-lo em mim, eu desviei e ela acertou parte da minha barraca.
- Não fuja ssssssssssemideus. – Ela falou, eu não sabia o que ela queria dizer com aquilo, mas peguei minha adaga corri na direção dela e rolei para a direita, enquanto levantava fiz um corte nela, que gritou em alguma língua estranha, deveria ser Grego, então ela me acertou com a madeira e eu caí no chão.
Eu não sabia o que pensar no momento, era um choque para mim descobrir aquilo, aquele mundo, aquela situação nova, mas apesar de tudo, eu estava achando legal, estava com uma nova descoberta e por um lado feliz, teria meu ultimo suspiro tendo uma nova experiência.
- Irmã, venha ver o que eu conssssssssssssegui! – Ela falou, e mais uma Dracanae apareceu, eu estava totalmente assustado confuso, não tinha reação, foi quando uma flecha atingiu a Dracanae que estava com a madeira apontada para minha cabeça e ia abaixar, ela gritou e soltou a madeira, então ouvi um som de uma flauta, e plantas começaram a surgir do chão e prender as duas, se não fosse aquilo eu estaria morto com certeza.
- Lá vai! – Um menino falou e vi mais algumas flechas seguidas atingindo as duas, então uma menina apareceu com uma espada e o menino do arco e flecha me ajudou a levantar e correr, pude ver que um homem meio bode estava tocando aquela flauta.
Eu deveria estar ficando realmente louco, ainda não sabia direito o que estava acontecendo.
- O que está acontecendo?! – Perguntei (Direto ao ponto).
- Te explico no caminho! – O menino falou, então ele me explicou tudo sobre os Semideuses, o que chamava a atenção dos monstros, e me levou até o acampamento, e lá, tudo ficou explicado.
Realmente gostei de ter descoberto esse novo mundo, e a partir daquele momento eu sabia o que deveria fazer, estava no meu lugar.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Seg 02 Jul 2012, 10:44

~Atualizados~
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Seg 02 Jul 2012, 21:44

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Quero ser reclamada por Atena,deusa da sabedoria.
O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Bom,eu sou inteligente,tímida e pensativa.Uma pequena com muitos sonhos e coisas na cabeça.Cabelos mel parecidos com ouro cintilam sobre a luz,e os típicos olhos dos filhos de Atena dão medo em qualquer um.
O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Nunca conheci minha mãe, mas conheci meu pai.Eu e ele morávamos em Nova Iorke,só eu e ele.
Quando eu completei quatro anos um homem entrou na justiça contra o meu pai.Ele tentou e tentou ficar comigo, mas o conselho tutelar achou melhor eu não morar com meu pai já que o tal homem tinha falado muitas coisas ruins sobre ele.Então eu fui morar em um internato,o ano inteiro!Sem poder ir para casa nas férias!E eu só podia ligar para o meu pai uma vez a cada 4 meses!
Então passei cinco anos nesse internato tendo aulas de tudo o que você possa imaginar!Era obrigada a falar TODAS as línguas fluentemente!Eu definitivamente não gostava daquele lugar, sentia falta de meu pai... Mas, enfim não tinha nada o que fazer...
Ah, esquesci de falar que neste internato sempre me metia em confusões não sei por que... Elas sempre vinham até mim, mas, o diretor não tinha o direito (literalmente) de me expulsar.
Mas,em um dia eu estava andando pelo campus quando descobri uma pedra solta no muro.Decidi olhar só de curiosidade,mas descobri que era uma passagem para fora da propriedade.Não resisti tive que fugir.
Mas no final do túnel para sair do internado tinham dois “bichos” esqueléticos pareciam me esperar.Por instinto,achei que deveria matá-los.Usei meus conhecimentos da aula estratégia e escalei o muro (que era irregular).Pulei nas costas de um enforcando-o com minhas mãos,por um tempo deu certo mas,o outro monstro começou a me atacar.Por sorte tinha um perfume,muito fedorento por sinal,que pertencia a minha professora de História.O segundo monstro ficou muito tonto e caiu ao chão,eu pulei em sua cabeça e ela explodiu fazendo que o monstro se transformasse me pó.O primeiro mostro ainda estava de pé mas quase caindo então fiz o mesmo que fiz com o segundo joguei nele o perfume super fedorento.Ele caiu e eu pulei em seu peito fazendo-o se transformar em pó.
Sai correndo em disparada para pegar um ônibus até Nova Iorke.O ônibus era fedorento e cheio de galinhas.Não gostei muito mas era o único jeito de chegar ao meu destino.
Chegando lá fui até o antigo apartamento em que eu e meu pai morávamos.Por sorte ele estava em casa,toquei o interfone:
-PAI, sou eu, Anne,sua filha deixe-me entrar!
Ele nem perguntou nada só abriu o portão pelo interfone. Subi as escadas até a sua casa.Meu pai estava me esperando na porta,eu o abracei,ele disse:
-Querida, como você cresceu!
“Ai, claro que eu cresci!” pensei, mas disse:
-Senti muita a sua falta!
Ele nem me convidou para entrar e nem disse nada do que tinha acontecido com ele.Só me disse isso:
-Querida,você deve sair imediatamente!
Não entendi nada!Para onde eu deveria ir?Para que eu deveria ir?Então perguntei:
-Para onde?
Ele respirou fundo e disse:
-Você vai para um acampamento com crianças iguais a você, especiais. Lá entenderá por que não conviveu com sua mãe.
Resolvi obedecer meu pai.Segui ele até a garagem onde estava o seu carro.Ele me levou até uma ilha perto de Nova Iorke,pelo o que me recordo o nome era Long Island.Meu pai disse:
-De agora em diante você deverá segui sozinha. Não esqueça que sempre estarei com você.
Fizemos nosso aperto de mão especial que nos inventamos um pouco antes de eu ir para o internato, por incrível que pareça eu ainda me lembrava!Então ele deu uma assobiada.E apareceu um “buraco” no nada,que por dentro se via uma floresta.
-Entre aqui.Faça o que for preciso.
Entrei no “buraco”Fiquei horas e horas procurando na floresta por algo que me ajudasse. Até que eu ouvi alguns "irrirrirri” e fui correndo até o barulho. Quando cheguei lá, vi um cavalo alado com a asa quebrada. Ele deu um grito:
-Socorro, ele está com a asa quebrada, meu Zeus, isso que é hoorível.
Fui socorrê-lo dando-lhe um Nescau, e elerenasceu, com isso, ele ficou muito feliz e me convidou para dar uma voltinha. Eu aceitei e montei nele , cinco minutos depois, nós dois já estavamos no lindo céu voando mas avistamos um javali alado e minha carona bateu no javali. Os dois bichos caíram na beira da praia e começaram a beber água salgada. Depois eu fiz uma barraca de bambu para dormirmos esta noite.
No dia seguinte avistamos o Luis Drillx e pedimos um autógrafo porque eu adorava os filmes que Luis produzia. De tarde continuamos a voar com o cavalo alado e o javali começou a nos seguir. Quando voltamos da viagem do ar o cavalo alado me deu um beijo e foi embora, mas o javali não deixou porque queria ter filhos com cavalo. Eu estava do lado desta confusão e pedi que me levassem ao tal acampamento.
Os dois bichos me levaram até uma encosta de um morro.


Subi o pequeno morro até uma propriedade. Achei que iria entrar sem nenhum problema, mas, como sempre, estava enganada.
Um gigante, gigante mesmo, veio me atacar.Novamente usei minhas estratégias para atacá-lo.Escalei em suas costas e fiquei tentando furar seu olhos.Usava me indicador,mas,depois de muito tentar finalmente consegui!Furei os dois olhos e ele estava sego. Agora ficaria mais fácil matá-lo.Usei uma pequena faca dourada que achei em meu bolso e finquei-a no pescoço do monstro.Ele se transformou em pó e eu entrei na propriedade saltitando eu gritei:
-PESSOAL,PRESCISO DE EXPLICAÇÕES!
Uma multidão de gente veio até mim.Mas uma pequena menina tomou a frente.
-Olá,meu nome é Clér,vou te mostrar todo o acampamento e te explicar tudo.
Essa tal de Clér era muito simpática.Ela me explicou tão bem que eu até recebi alguns novos campistas,sim eu aprendo rápido.Ela também me disse que talvez demorasse para eu ser reclamada,já que o que era combinado era treze anos e eu só tinha nove.Então estou esperando ser reclamada o mais breve possível.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Ter 03 Jul 2012, 18:54

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado? R: Thanatos
O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus. R: Wayne é um jovem de 22 anos, com a pele clara e cabelo preto, mudando raramente pra um castanho claro ou escuro. tem tatuagens nos braços e mãos, possui mãos de tamanho normal, cabelo até a altura dos ombros, olhos pretos e muito frios, raramente demonstrando alguma emoção.

O3 — Relate a história da sua personagem: A história de Wayne não é muito agradável de se ouvir, pois, ela é manchada pelo poder de seu pai. Tudo começou quando Wayne nasceu, foi em uma noite fria e chuvosa, no hospital geral de sua cidade, sua mãe, Nathalie Morrison, quase morreu e levou Wayne junto, pois teve complicações no parto e Wayne nasceu com o cordão umbilical enrolado em seu pescoço, quase asfixiando-o, entretanto ainda iria demorar um pouco para que a morte colocasse suas mãos frias em Wayne e sua mãe, visto que os dois sobreviveram. O tempo passou e Wayne cresceu, quando completou 10 anos sua mãe começou a notar que ele não era muito parecido com as outras crianças, Wayne era frio, fechado, muito introvertido e raramente se abria com alguém que não fosse ela mesma, então Nathalie achou melhor levá-lo a uma psicóloga, porém, a profissional não pode fazer muito pelo seu filho. Ao completar 18 anos Wayne continuava a mesma pessoa de antes, exceto que agora andava e falava com pessoas que tinham o mesmo estilo que ele, então eles decidiram criar uma banda que tivesse um estilo diferente e elegeram para tal o death metal, tendo como símbolo da banda um ceifador, dessa forma a banda foi criada, tendo Wayne na guitarra e seus amigos na bateria, baixo e vocal. O tempo passou e as coisas mudaram quando a mãe de Wayne ficou doente, ele cuidou dela durante boa parte dos meses de vida de sua mãe, até que em um dia frio de inverno, quando sua mãe lhe contou toda a verdade acerca do parentesco de Wayne com seu pai, Thanatos, ele disse para a mãe:

- Você merece morrer Nathalie, não pense que eu sinto algum tipo de afeto por você porque eu não sinto. Ter escondido tal fato de mim foi algo abominável, porém, eu não tenho raiva de você, apenas morra...

Então Wayne se levantou e quando estava prestes a sair do quarto de sua mãe ela disse:

- Você me lembra seu pai Wayne, ele era frio, insensível e cruel assim como você. Não sei o motivo de ter me relacionado com ele, acho que foi porque eu pensei que ele fosse alguém que não era, eu me deixei enganar por suas palavras dissimuladas.

Então Wayne se virou lentamente e olhando para sua mãe disse:

- Então... eu sou como meu pai? Talvez então eu acabe perdoando ele por 22 anos de ausência, mas, você não Nathalie, você irá sofrer!

Então Wayne arrumou suas coisas e foi embora de casa disposto a nunca mais voltar. Alguns meses se passaram e Wayne estava morando sozinho em um pequeno apartamento na região mais pobre de chicago, ele vendia drogas para sobreviver e constantemente era surpreendido por pessoas que precisavam do seu vício habitual. Apesar de utilizar a droga que vendia, Wayne nunca se viciou, acreditava ele que deveria ser por causa do seu sangue semideus. Com o dinheiro das drgas Wayne bancava sua vida,seu apartamento, seus instrumentos e os cd's de suas bandas favoritas: Children of bodom, Arch enemy, Devildriver, Amon amarth e the agonist, todas elas bandas de death metal. Um dia Wayne acordou e decidiu que iria descobrir mais acerca de sua vida de semideus, pois, se ele existia era muito provável que outros também existissem, então arrumando suas coisas ele foi atrás de respostas para suas perguntas, chegando depois de alguns meses a um acampamento onde outros, assim como el, estavam. Ao chegar lá Wayne foi logo rejeitado pelos outros semideuses, isso já era de se esperar e Wayne até preferia que fosse assim, então ele foi para o chalé de Thanatos, onde encontrou seus irmãos. Logo na primeira semana Wayne teve sua primeira briga e a morte chegou até aquele local, ele estava sentado perto de um lago quando dois jovens, filhos de hermes, se aproximaram e começaram a perturbá-lo, então retirando uma pequena faca do bolso Wayne cortou rapidamente a garganta do primeiro filho do deus dos ladrões, em seguida imobilizou o segundo e disse enquanto passava a faca por seu pescoço e fazia o sangue jorrar e escorrer:

- Você teme a morte? Eu nunca temi a morte, eu sempre a aceitei desde quando nasci. Se você teme a morte não deveria ter escolhido viver até esse momento, esta noite você morrerá, então, terá muito tempo para perceber que você ter nascido foi um grande erro!

Então Wayne matou o outro jovem e jogou o corpo dos dois no lago, com pedras amarradas para que não submergissem. A euforia foi total depois que descobriram do desaparecimento dos jovens, entretanto, ninguém encontrou o corpo dos garotos e muito menos o culpado, então eles consideraram que os garotos desertaram e assim a vida continuou a seguir no acampamento.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Ter 03 Jul 2012, 20:58

♦ Por qual Deus você deseja ser reclamado? ♦

Quione - Deusa e Ninfa da Neve

♦ Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus ♦

Camilla é uma garota quieta e taciturna , de poucas palavras.Apenas se pronuncia quando contrariada ou quando a necessidade chama.Por mais que aparente ser gentil e educada, é mais forte do que parece, possuindo uma grande personalidade;surpreendendo aqueles que pouco a conhecem.É espontânea,alegre e sincera na companhia de amigos que a provaram seu valor, assim se mostrando uma leal companheira para todos os momentos;feroz e implacável aqueles que a desacatam, se mostrando a pior inimiga que alguém desejaria ter feito na face deste mundo, devido a sua friez por natureza.
A garota leva para toda sua vida os valores passados pelos seus pais alongo dos anos com a educação que lhe fora dada:Disciplina,altruísmo, compaixão.Sem contar o seu grande senso de obrigação e responsabilidade.

Características físicas: Possui uma pele clara como a neve, cabelo marrom escuro liso e olhos castanhos com um tom esverdeado.Não chega passar dos 57kg e não medindo mais que 1,63cm.
Me dou e me identifico excepcionalmente bem com o frio em OFF, e acredito que se os deuses realmente viessem a existir, não haveria dúvidas que seria uma filha de Quione.Pretendo usar meus poderes & dons relacionados ao frio para que, futuramente possa ajudar meus pacientes quando vier a me turnar uma curandeira de Esculápio,o usando como tratamento principal.


♦ Relate a história da sua personagem ♦

Filha de um lenhador,nascida no Canadá - Toronto, que no início dos seus 20 anos, não teve condições de sustentar a filha sozinha, já que a mãe havia desaparecido logo após ter dado a luz a criança;ofereceu a jovem rescém-nascida para o irmão que caridosamente a havia adotada sem relutância.

Camilla teve uma vida considerada "privilegiada" para muitos,criada por um pai militar, já com suas carreira ingressada há muitos a e uma mãe médica cardiologista, muito popular e querida pela região, devido aos seus atos de caridade perante a comunidade.Crescera grande parte de sua infância até a atingir puberdade ao lado do pai, o mesmo que mal tinha tempo para ficar em casa junto sua filha, sendo que por fim a levara para viver ao seu lado no quartel general das forças unidas canadenses, visitando sua mãe adotiva apenas nos finais de semana.Contrariando o mundo e a todos, apenas aceitando as sugestões de seu pai;adotara a vida militar sem pestanejar, já se mostrando uma excelente cadete seus plenos 14 anos.Seu futuro era promissor, não pelo fato de ser filha do general, mas sim por mostrar o desempenho de suas habilidades exepcionais:Sobrevivência, esgrima, tiro ao alvo, camuflagem, combate corpo-a-corpo e também furtividade entre muitas outras.

"-Há alguma coisa de errado com essa menina, não é normal" Se queixavam seus colegas de curso, sendo que a maioria - se não todos - do sexo masculino e mais velhos com no mínimo 4 anos.Dera cabo de todos eles sem o mínimo esforço em qualquer categoria.


Mesmo que o tempo se mostrasse curto para seus encontros, nunca se esquecia de sua mãe e seu inestimável altrúismo.A tomava como figura de inspiração, ao lado de seu pai.Sonhava um dia poder ajudar os outros da forma que pudesse, trazendo conforto e paz a aqueles mais necessitados.Um dia seria como sua mãe, pensava a jovem.
Não se deixava afetar com o clima frio, por temperaturas frias, tanto quanto gélidas,pelo contrário,se dava extremamente bem.Fora ótima na escola, muitos diziam que a garota era a frente de seu tempo, já estudando matérias de faculdade por vontade própria em sua época de colégio, como Anatomia, Biofísica e Primeiros Socorros em suas horas vagas.
Próximo do término de suas aulas no 3° Colegial de sua escola militar, seus pais resolveram lhe contar a verdade, revelando seu verdadeiro pai e a sua verdadeira natureza, o que claro não foi fácil para ela se acostumar.Havia ganhado também de seu pai adotivo um envelope, contendo uma passagem aérea para Nova York além de um endereço anexado.
Foi a partir daí, que sua viagem para a verdade começara, onde a sua única certeza, era que ela não era apenas humana.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qui 05 Jul 2012, 15:46

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Thanatos
O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Gosto de ver mortes, Sou Bom em Foice e etc.
O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Quando era Pequenino, Minha Mãe contava Historias que meu Pai Avia Morrido, eu ficava bem triste com isto, queria Conhece-lo, certo dia, Avia Ido na Loja do Sr. McGoonal que vendia Doces, era meio Longe da minha casa, então Sempre Iria com Minha Mãe, um dia, comprei a Melhor Barra de Chocolate da Cidade, o nome do Chocolate era Spikin, uma marca ótima de Chocolate, então um Monstro atacou eu e Minha Mãe, corri com ela até o carro, nos entramos e ela passou de nossa casa, então Ela me Levou para um Acampamento, o nome era Acampamento Meio Sangue, ela me disse gritando para não sair do Acampamento pois taria protegido, então vi um Monstro Mata-la, então Uma Foice apareceu na minha mão, percebi que um cordão que tinha ganhado no meu Aniversário de 2 Anos avia sumido, Então corri com a foice, E Cortei a Costas do Monstro, o fazendo cair morto, e jurei a vingança da morte de minha mãe, o Monstro caido morrendo disse, Você e bem Forte Filho de Thanatos, e assim eu Cheguei no Acampamento meio sangue.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Sab 07 Jul 2012, 19:45

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Hefesto
O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Sou corajoso ,e forte ,resisto muito bem a dor.
O3 — Relate a história da sua personagem .
Cresci nas montanhas com meu pai que me ensinou a arte do arco e flechas .
Certo dia acordei bem cedo peguei minha mochila coloquei algumas peças de roupa ,alguma comida ,umas caixas de fósforo ,uma faca ,peguei minha aljava cheia de flechas e meu arco de madeira modelado a mão que eu mesmo havia feito e sai de casa com arco a mão para caçar até que cheguei em um ponto fechado da floresta muito escuro até que vi uma enorme sombra então comecei a correr corri muito até em casa gritando por meu pai quando finalmente sai da floresta sem olhar para trás meu pai estava esperando com a mochila nas costas de joelhos e com o arco armado em sua mão e atirou três flechas no monstro que virou pó e sumiu no ar então ele me segurou pelo braço e disse :
-Vamos aqui não é mas seguro
Então respondi :
-O que era aquilo
-Depois eu falo, vamos
Então descemos a montanha e entramos no carro depois que jogamos as mochilas no porta malas mais mantemos nossos arcos conosco então meu pai acelerou e fomos pela estrada calados até meu pai dizer:
-Mantenha seu arco armado e pronto para atirar a qualquer momento
Então ia tirando uma flecha da minha aljava até que meu pai exclamou:
-Não, essa não ,pega da minha aljava.
Quando me abaixei para pegar a flecha senti uma pancada na nuca e desmaiei...

Quando acordei estava em uma enfermaria com meu pai ao pé da cama assim que me viu acordar foi dizendo:
-Léo,você não é meu filho ,é um semideus assim como eu filho de um deus dos mitos gregos e está em um acampamento para semideuses o acampamento meio-sangue seja bem vindo
Fiquei um pouco em dúvida no começo e confuso também mais assim que vi um garoto com pernas de bode passar mastigando uma latinha.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Sab 07 Jul 2012, 21:47

Todos Reclamados, parabéns e não me decepcionem ^.^
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Seg 09 Jul 2012, 10:39

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Atena
O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Caracteristicas: Perco a paciência rápido, sou inteligente, gosto de estar com pessoas que gostam de mim, mas também gosto de ficar sozinha, geralmente faço o que quero sem dar ouvidos para os outros e sou engraçada
Motivo: Olha, eu não vou dizer que é a Deusa que mais me identifico, porque se fosse por isso quase todos aqui seriam de Atena. Sim eu me identifico com Atena, mas aposto que metade das pessoas do fórum também. Eu gostaria de ser filho de Atena porque ela é a minha Deusa preferida entre todos os Deuses, não só os Olimpianos, mas os Primordiais e Menores também. Ela é a Deusa das artes, da estrategia, da sabedoria da justiça, das habilidades, da guerra e da Civilização. Fora as histórias em que ela está presente ajudando os heróis, são atos simples, mas de extrema importância, que dão um clímax na mitologia grega, por isso quero ser filho de Atena, não pelo fato de simplesmente me identificar com ela, mas pelo fato dela dar um clímax diferente na mitologia.

O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Sempre vivi em uma casa grande, branca e azul, com um jardim de flores na frente e um pomar nos fundos, na cidade de Los Angeles, Ca - EUA. Meu pai é dono de uma grande empresa internacional e minha mãe desapareceu no país
A minha grande aventura começou quando eu tinha 8 anos - em uma sexta-feira de abril de 2007, se não me engano. Todos os dias, quando voltava da escola, ia ver o jardineiro e ele me dava uma rosa vermelha ou uma tulipa roxa, as quais eram as minhas preferidas. Havia voltado da escola e fui ver o jardineiro, mas ele não estava lá e uma das roseiras estava destruída. Entrei em casa, troquei minha roupa e fui perguntar à meu pai onde estava o jardineiro, ele me disse que naquele dia ele não tinha ido trabalhar, mas ele não sabia por que, então fui almoçar e, depois, fazer minhas tarefas. Estava entediada, então fui brincar no parquinho do jardim. Enquanto balançava, ouvi um ruído que parecia vir de uma moita, pensei que era RJ, meu cachorrinho, mas estava totalmente enganada.
Ao chegar do outro lado, dei de cara com um lobo e um buraco no chão, para minha sorte ele não me viu, o que considerei minha deixa para sair correndo. Entrei no meu quarto e chamei minha babá pelo interfone, uns 3 minutos depois ela chegou correndo com meu pai no telefone. Eu atendi e ele me pediu que fosse com minha babá para o porão e ficasse lá até ele chegar, e eu o fiz, porém 40 minutos depois eu já havia pintado um quadro e meu pai ainda não estava lá, considerando que não consigo ficar parada sem fazer nada por muito tempo, aproveitei que minha babá não estavam olhando fui para o jardim. Quando cheguei, vi Marcus, Mateo e Louis – os seguranças, sendo que Louis andava de um jeito muito estranho, parecia até um animal – lutando contra o lobo, que já estava com cerca de 3 metros de altura. Entrei em cada e peguei duas das espadas decorativas dos cavaleiros da sala de visitas. Confiante, saí da casa e, com minhas habilidades até aquela época não muito bem aperfeiçoadas, atirei uma pedra no lobo quando percebi que os rapazes corriam perigo e ele se virou para mim, eles deram sete tiros nele, ele caiu e eu enfiei as duas espadas nele, uma nas costas e a outra na barriga, o que fez com que ele virasse pó, e eu não fazia a menor idéia do motivo. Depois disso, sempre que perguntava a alguém o que tinha acontecido, todos mudavam de assunto.
A partir daí minha vida mudou completamente. Passei a ter aulas em casa – além das que eu já tinha devido a minha dificuldade causada Pela dislexia -; meu pai reforçou a segurança da casa com mais pessoas; eu não podia sair de casa e para ir até algumas das quadras de esporte ou à piscina precisava de três seguranças junto comigo, além da babá ou meu pai.
Tudo estava indo bem, até um ano atrás, quando estava brincando com meu pai e ele receberam uma ligação de um tal de Quíron. Ele foi para o escritório e, quando voltou estava sério e disse que tinha que conversar comigo sobre eu ir a um acampamento meio-sangue
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qua 11 Jul 2012, 16:56


She will be loved ♥



O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado? : Íris

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus. Meu sangue-frio e minha cabeça aberta são uma das minhas principais características até porque quando se mora em um orfanato com crianças gritando a todo momento tem que se ter paciência,e isso é uma coisa que eu tenho de sobra -pelo menos eu acho não é ? -
Quero ser filha de Íris porque acho que somos parecidas física e emocionalmente,eu realmente acho que sou bastante parecida com ela.

O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. Sayumi Pietra Scholastica nascida em 13 de Dezembro,foi criada durante toda a sua vida em um orfanato da cidade de Nova York,e sempre teve que possuir bastante paciência com as crianças menores de lá que pareciam ser todas umas pestes.Sua vida se resumia em ir para a escola,aturar a todos que moravam com ela e ir dormir.
Ela foi uma adolescente comum,sempre esforçada e se tornou muito bonita com o passar dos anos,nunca deixou de ser uma aluna exemplar e nunca foi de fazer besteiras típicas de adolescentes,mas quando fez 14 anos...tudo isso acabou. Ela dormia tarde,fugia do orfanato para ir beber em festas e tudo mais. Ela se tornou uma 'bitch' com todas as letras e maiúsculas ainda por cima,com 16 anos ela começou a se cortar,as mulheres do orfanato acharam que era pela falta de afeto e começaram a cuidar o máximo que podiam dela,não melhorou mesmo assim,elas então resolveram expulsá-la do orfanato e a garota com apenas 15 anos vagou durante 2 dias até um beco que pareceu aconchegante para ela,mal sabia Sayumi o quê iria acontecê-la em alguns minutos.
A garota acordou com um barulho ensurdecedor e se levantou em um salto logo viu um garoto e uma garota tentando defendê-la de algum bicho estranho cujo qual ela não saberia dizer o nome.Quando deu por si ela estava no banco de trás de um carro desconhecido a caminho de um lugar que ela não sabia qual.Logo,disseram para ela que a menina estava a caminho do acampamento meio-sangue e que ela seria feliz lá e descobria sua mãe ou pai olimpiano.Ela foi para o chalé de Hermes até a noite que descobriu ser filha de Íris,logo que ela descobriu mudou-se para o chalé da deusa e foi acolhida por todos de lá.


Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qua 11 Jul 2012, 18:11

Íris escreveu:
As duas foramReclamadas, parabéns e espero que honrem suas mães ^.^
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qua 11 Jul 2012, 19:27

Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Desejo ser reclamada pela deusa Perséfone.
Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Sempre fui a maluca, estudiosa, meiga,mandona e muito mais,a pequenaSadie,a que ajuda tudo e todos.Meus olhos azuis esverdeados meigossão a chave de que,quem me olha diz “Preciso de seu conselho!”,também eram a fortaleza de meus amigos,quem falasse alguma recebiam o olhar de “mil homens”.


Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Nascida no dia 10 de setembro,em uma pequena vila nos Estados Unidos.Logo quando nasci ganhei um colar com meu nome na frente e algumas escritas,na época,elegíveis aos meus olhos.O dom da memória fotográfica fora me concedido desde sempre,a única coisa que não conseguia me lembrar era do rosto de minha mãe,só sabia o que meu pai dizia,quase nada!

Um dia, nós viajamos para Nova Iorque.Era outono,eu me lembro até hoje,estava com meu casaco azul até o joelho,caminhando de mãos dadas com meu pai no Central Park.Cada árvore que eu via eu me soltava da mão de meu pai e ia olhar,sempre perguntava a mesma coisa:

-Papai, o que é isso?

Ele sabia tudo!Tudo o que eu perguntava ele respondia tão complexamente que tínhamos que sentar para não cansarmos. Mas mesmo explicando tudo direitinho ele sempre terminava a explicação assim:

-Sua mãe saberia explicar melhor. Você sabe que ela,um dia,ela explicara pra você...

Ele já avia dito aquilo tantas vezes que eu já tinha até decorado. Sempre dizia que eu iria encontrar ela, mas isto nunca acontecia...Continuando a história do Central Park:eu corria e espalhava todas as folhas secas.Parei subitamente quando vi o Epired State Builing,eu apontei para ele e disse:

-Papai,é ali que a mamãe mora?

Meu pai riu e me pegou no colo.Ele fez cócegas em mim e tocou em meu nariz dizendo:

-Claro que não,minha princesa.Sua mãe me disse que você a encontraria longe,muito longe...

Eu sentia que minha mãe estava ali,mas acreditava em o que meu pai dizia.Ninguém duvidava do meu pai,quem olhasse para seus olhos (pelo menos eu) viam suas mentiras e verdades refletida,diziam que eu tinha um pouco disso mas não tanto quanto ele.Enfim,após alguns dias em Nova Iorke nós voltamos para casa.

Eu cheguei em casa dormindo,por causa da exaustaste viagem de trem.Mas logo acordei com alguém me chamando:

-Sadie!Acorde...

Era uma voz feminina doce e relaxante,abri os olhos e era minha “querida” meia-irmã Maiara,ela havia ficado na casa da minha avó enquanto viajávamos ,pois era mais velha e tinha provas importantes a serem feitos.Na época ela devia ter uns,o que,12/13 anos (eu tinha seis,ela era mais ou menos 7 anos mais velha que eu).Eu pulei para o colo dela e disse:

-Que,Maiara?

Ela me largou no chão e disse:

-Primeira coisa,eu já não aguento você mais no colo.E segunda,encontrou sua mãe?

Eu fiz que não com a cabeça e subi,meio sonâmbula,as escadas.

Como já disse tenho memória fotográfica,então lembro de tudo que aconteceu,mas,por uma razão curiosa,é o dia que eu mais lembro em todas as horas.Talvez seja por causa da frustração de não encontrar minha mãe no dia em que meu pai havia “meio que” prometido,ou por que Maiara havia se lembrado de minha mãe!

Estive em uma outra ocasião que me lembro muito,que foi o sonho que tive com minha mãe.Eu tinha uns 8 anos quando sonhei isto.Ele fora mais ou menos assim:

Via uma mulher de cabelos pretos sentada em um banco numa praça,tive a intuição que eu a conhecia,então sentei-me ao seu lado.Ela sorriu tirando os olhos do livro que lia,revelando a linda cor cinza de seu olhos.Ela começou a enrolar mexas de meu cabelo e seu dedo e disse:

-Logo chegará sua hora,não tenha pressa Sadie.

Tentei abrir minha boca para dizer alguma coisa.Perguntar quem ela era.Mas ela apenas assentiu,como se lesse meus pensamentos e disse:

-Querida, você saberá,saberá sobre todo,minha flor.Saiba que sempre cuidei de você.

Fiquei surpresa que ela me falara isso.Fiquei muito feliz por ter sabido isso durante um sonho por minha mãe!

Nuca me lembre de um sonho tão bem como esse,e também,após isso lembro de tudo com muito pouco detalhe.Para ter uma ideia eu me lembro do primeiro namorado da Maiara,uma pessoa que nem a própria Maiara não lembrava mais.Eu nunca saberei usar meu dom corretamente.

A pouco tempo meu pai chegou até mim e apenas disse:

-Você vai ir para um lugar longe daqui.Maiara vai levar você até lá.

Eu apenas obedeci e fui com Maiara até a estação de trem.Não vi nada na viagem,eu me deitei no colo de Maiara e,completamente,”capotei”.Só voltei á consciência quando minha irmã me balançou desesperadamente:

-Sadie,vamos!Acorda!Sadie!

Eu acordei num salto e peguei minha mochila,e saí correndo até a plataforma,onde Maiara já me esperava.

Andamos até o centro da cidade de Nova Iorke, onde pegamos um taxi até uma ilha próxima,eu perguntei:

-Onde estamos?

Ela apenas deu de ombros e mostrou um papel escrito a mão,que dizia:Long Island.Deduzi que meu pai devia ter escrito para sabermos para onde ir.Chegamos na ilha e o taxi parou no pé de um morro que tinha várias plantações de morango,achei estranho,mas subi a colina.

Já no topo uma “galinha” gigante esquelética (ela tinha até asas) veio em nossa direção, mostrando suas terríveis garras.Minha primeira reação foi fugir,mas Maiara me segurou pelo braço e disse:

-Ataque,papai disse que se nós encontrássemos alguma coisa estranha era para nós a atacarmos.Essa é a hora!

Ela atacou pela frente, jogando milhares de pedras no monstro e eu fui por trás escalando-o pelas costas,por sorte tinha levado uma faca,assim podia fincar no monstro.Mas quando terminei de escalar e finquei a faca nele,ele apenas rugiu de dor e ficou parado.Tive certeza de que ele não estava morto,então fiz sinal para que Maiara o sufocasse no pescoço e eu fui quebrando seus dentes e garras.Depois desse processo o monstro sumiu e um pó apareceu.

-MAIARA!O que fazemos agora?

Ela correu até mim e disse:

-Segundo papai,é para você entrar em um portão,ele disse que você estará em segurança.Enquanto a mim,voltarei para casa.

-Vai me deixar?

Ela assentiu.Senti uma lágrima escorrer em meu rosto.Maiara a limpou e me deu um abraço:

-Se eu conseguir,eu mando cartas.

Ela me segurou no colo (ela era forte,conseguia aguentar uma menina de 9 anos no colo),me levou até o tal portão.Demos a última despedida e eu corri para dentro da propriedade do portão.

Vi várias pessoas,uma estava perto de mim e eu me apresentei:

-Cheguei agora,pode me ajudar.O que é aqui?

Era uma menina ruiva de olhos castanhos, ela tinha uns 12 anos.Ela sorriu e disse:

-Venha comigo,apropósito,quem é você?

Eu respondi:

-Eu sou Sadie Foster!

Ela me levou até uma casa branca e grade onde estavam um homem-cavalo e um homem,eles me levaram para ver um vídeo explicando tudo sobre que os deuses gregos são reais e eu sou filha de um deles.Agora estou esperando para ser reclamada.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qua 11 Jul 2012, 19:35


Highway To Hell


O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado? : Deméter

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus. Não sou do tipo que leva as coisas muito a sério,nem do tipo amigável e sorridente com todos,passo grande parte do meu tempo sendo sarcástica e irônica com todos a minha volta,mesmo nas situações mais criticas. Sangue frio e impaciente são outras das minhas características,alem de uma racionalidade fora do normal.Quero ser filha de Deméter por ter uma afinidade natural com a natureza e por gostar bastante de sua historia e dela em si.

O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir. Amber Devonne Hellsting nasceu em 2 de novembro de 1994 na grande cidade de Los Angeles,Califórnia. Cresceu no luxo da elite californiana,estudando em um colégio interno rigoroso e morando em condomínios de luxo,sempre foi uma das piores alunas da sua classe por culpa de seu déficit de atenção e da dislexia que a afetava desde sua infância. Com suas péssimas notas e seus péssimos exemplos de amigos,rapidamente se tornou rebelde e revoltada com tudo e todos,passando grande parte da sua adolescência em uma briga eterna por liberdade contra seu pai,que não conseguia aceitar a vida atual da filha e desejava apenas que ela voltasse a ser a garotinha delicada e indefesa que ela era antes,mas um acontecimento crucial,mudou a vida de Amber assim que ela fez dezessete anos.
Era um dia pacifico quando ao sair algumas horas atrasada da escolar por conta da sua recuperação,foi atacada por um ciclope e embora tentasse fugir,foi tudo em vão e foi salva no ultimo minuto por dois semideuses que a levaram desacordada para o acampamento meio sangue,onde descobriu um mundo totalmente novo e descobriu também que fazia parte dele e que sua mãe não era quem ela achava ser e sim uma deusa,Deméter.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qua 11 Jul 2012, 19:46

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Íris
O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Gosto muito de Cores, Sou divertido, Brinco demais, e Talz
O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Quando eu era pequeno, Meus País Moravam Juntos, Íris, era minha Mãe, Meu Pai, eu Não me lembro muito dele, eu tinha 6 Anos na Época, só Sabia que ele me Odiava, Bem, Minha Mãe se separou dele, fui para um Acampamento com ela, entrei na Porta, E Avistava que ela Não estava mais no meu Lado, Sempre Andei Com uns Colegas no acampamento, Bem, Hoje em dia tenho 17 Anos, vivo no Acampamento fazendo Besteiras, e Pensando em ver minha Mãe novamente, Essa é Minha vida.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qua 11 Jul 2012, 20:31


Welcome..


O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Afrodite

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Sou fechada, não muito falante, uma boa ouvinte, que dizem ser bela. Disso não acredito e nunca acreditarei, a beleza é relativa e altamente complexa. Nem mesmo os mais bonitos por dentro e fora, são exatamente "bonitos"...Realmente, não sei explicar tal coisa. Poucas pessoas conhecem-me como realmente sou. Gostaria de ser filha de Afrodite..Bem, não tenho muito razão, mas gosto da deusa e ela seria uma boa mãe para mim.


O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Uma bêbada sentada na calçada, de 17 anos, falando sozinha. Normal.
É, baby… A vida é assim. Ou você faz, ou faz. Vem cá, menino, pode vir. - Um garoto de aproximados 13 anos estava escondido perto dali, me ouvindo atentamente. Logo se aproximou tímido. - Não tenha medo. Não vou te machucar, eu não mordo nem arranco pedaço… Só bebo. E por falar nisso, boy, quer um gole? Não, ok. - Sorrio, tomando mais um pouco. - Bom… Já ouviu falar numa tal ‘’vida’’? Então.. Ela é uma droga. Mas é uma droga boa também, nela existem cigarros e bebidas, várias delas! Como esse meu whisky na mão esquerda. Ah, agora quero cigarros, de menta, você tem? Dane-se. Então, quantos anos você tem, rapaz? Bonito você, apesar de ser um tanto magro e baixinho. Gosto de brancos com cabelos e olhos negros feitos os teus, minha visão a noite é melhor, percebeu? Dizem que bebida e senso não batem, que bobagem. Olha eu, bato muito bem da cabeça… Só me perco nessas palavras que saem de mim, do que eu estava falando mesmo, boy?
-A senhora dizia sobre, ahn, a vida, que é uma droga.
- Ele falou.
-Senhora? Senhora lá no inferno. Não sou velha assim. Nem sequer tenho 18 ainda, sou quase uma criança. Uma criança bêbada após brincar com fogo, me queimei. E muito. Está vendo meu rosto, boy?
-Estou, o que há nele? Não vejo nada.
-Ele está machucado. Depois de tantos tapas e socos que levei da vida, boy, ele está desfigurado. E nem a desgraçada da morte me quis, acredita? Ah, boy, acha que qual é meu nome? Helena. Nome de drogada, bêbada, iludida, sem aonde ir, sem aonde viver. Sou uma bosta, realmente, não acha, boy?
-Hm, não..

-Cale-se, mal me conhece, não devias palpitar. Como eu estava dizendo...Aliás, o que eu estava dizendo mesmo? Dane-se. Tem cigarro de menta ai, criança? - Ele balançou a cabeça. - Não? Que pena. Sabe, nem a morte me que, eu sou mesmo uma bosta. Mas, uma bosta muito bonita, como disse Charles Chaplin...Ou fora Axl Rose? Enfim...Vou deitar em teu colo e reclamar da solidão como se não estivesse aqui, se importa?
-Não, a vontade, Helena.
- Logo me deito no colo dele, suspirando.
-Acha que sou louca? - Fechei os olhos.
-Sinceramente?
-Não, boy, minta. Diga que sou uma pessoa absolutamente normal, aliás, diga também que sou rica, sexy e famosa. Acha o que, criança?
- Fiz-me de ignorante.
-É normal sim em minha opinião, senhora.
-Senhora lá no caral..- Ele tapou minha boca.
-Sem palavrões.
-Oh, criança, tua mãe lhe ensinou a ser educado? Que gentileza. Minha mãe não, aliás, sequer a conheci. Me largou no mundo quando eu era somente um bebê. Aquela inútil.
-Hm, acho que ela não te largou no mundo.
-"Acha" muitas coisas, não acha moleque?
-Tia, não me venha com essa, sei o que digo.
-Tua mãe também lhe ensinou a ser convencido, pelo que vejo.
-Tenho razão, vai ver.
-Vou é, sei..Que horas são, boy?
-Duas e trinta.
-Seja esperto e vá embora, não é mais hora de criança estar fora da cama, boy.
-Sem antes dizer meu nome?
-Claro, nomes são rótulos idiotas, não preciso saber o teu. Não quero imaginar tua morte dolorosa, nem tua vida desastrosa. Agora, realmente, vaze daqui, ou tua mãe ficará brava.

-Até outro dia, titia. - Ele se retirara dali.
Me sentei na calçada, terminando de tomar o whisky. Logo após isso adormeci ali mesmo.
Acordei, o Sol se levantava também. Um garoto de aproximados 17 estava sentado á minha frente do outro lado da calçada, me observando.
-O que quer, boy? Perdeu alguma coisa na minha cara?
-Helena?
-Não, Joana D'Arc.
-Tua mãe me mandou atrás de ti para lhe levar ao Acampamento Meio-Sangue, sou filho de Ares, prazer.
-O prazer é todo teu. Agora deixe de brincadeira e saia daqui.
-Não é brincadeira.
-Faça-me o favor, boy.
-Ok, lhe levarei á força então.
- Antes que eu dissesse algo, apaguei.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qua 11 Jul 2012, 20:37

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado? Perséfone
O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus. Kayo é um menino de cabelos pretos, olhos pretos e um sorriso bem alegre. Ainda é uma criança, então não tem todos os dentes completos, é pequeno(do tamanho normal de uma criança na sua faixa de idade), com mãos e pés pequenos. Quero me tornar filho de Perséfone pois acredito que ela seria uma excelente mãe para mim e porque acredito que a gente tenha muito em comum.

O3 — Relate a história da sua personagem - Kayo ainda não sabia que era um semi-deus, então tudo para ele era uma grande festa, mal sabia ele que um grande circo estava formado e o tinha como peça daquele espetáculo. Tudo começou quando Kayo nasceu, ele nem sabia direito como tinha acontecido, ele só se lembra que seu pai, Dean Winchester, contou para ele certa vez que sua mãe era uma pessoa muito importante e bonita, que tinha cabelos negros como a noite e que tinha um brilho diferente nos olhos. Kayo não entendia ao certo o que aquilo queria dizer, então nem ligou muito. Ele passava grande parte do seu dia na escolinha, brincando com seus amiguinhos e aprendendo o básico nas aulas, como os números, as letras, etc. Um dia o pai de Kayo não foi buscá-lo na escola, o pequenino ficou esperando por muito tempo e já estava de noite quando um homem com uniforme de policial disse para a professora de Kayo que seu pai havia sido assassinado, Kayo não sabia o que assassinado significava, afinal, ele era uma criança de 3 aninhos, porém, ele sabia que seu pai tinha ido embora pra nunca mais voltar, assim como sua mãe. A tristeza que o garoto sentiu foi tanta que ele chorou por muito tempo e se recusou a ser levado pelo policial, chorou tanto que acabou se cansando e dormiu, então foi levado para a delegacia, onde mais tarde acabou em um internato para crianças. Algum tempo depois um homem estranho visitou o internato, ele procurava por Kayo e depois de conversar com o diretor do local, ele se aproximou do garotinho e disse que em breve Kayo iria para um lugar melhor com ele, o garoto assentiu com a cabeça e de fato depois de alguns dias ele estava indo para um local que não sabia onde era, porém, tinha que ser melhor do que o local aonde esteve por algumas semanas. Kayo se viu em um acampamento, um local cheio de crianças e outros meninos e meninas já grandes, então depois de algum tempo tudo foi explicado para Kayo, sobre sua mãe, perséfone, sobre a morte de seu pai, que havia sido assassinado por monstros e sobre o local onde ele estava, o menino não compreendeu nem metade do que o homem havia dito, porém, ele sabia que pelo menos por enquanto não estaria sozinho e que sua mãe estava viva e iria vê-lo qualquer dia.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Sex 13 Jul 2012, 21:01


O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Nyx.

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Possuo várias faces, podendo ser de garota meiga até a sádica, dependendo da afinidade com tal pessoa. Sinto-me confortável com o escuro, como um cobertor nos envolvendo numa noite fria.
Eu não diria que Nyx, a personificação da noite, seria a mãe perfeita, mas sim a ideal para mim. Diante dela sou como um espelho, tentando me parecer com a mesma. Não tenho motivos convincentes mas me orgulharia se fosse sua filha.

O3 — Relate a história da sua personagem.
Não sei ao certo aonde eu nasci, mas sei que fiquei a minha vida inteira -ou pelo menos parte dela- na cidade de Nova Iorque. Morava (ainda moro) com meu pai, em um apartamento bom (para quem vive na classe média). Meu presente de oito anos foi um tanto incomum, ganhei uma madrasta (juntamente com seu filho, pacote completo). Ao contrário do que meu pai pensava, eu me dei bem com eles. Eu não considerava-os um tormento, os únicos que eram são meu déficit de atenção e minha hiperatividade, que logo descobri que foram a melhor coisa que aconteceu com alguém como eu.
Quando tinha quatorze anos, estávamos no primeiro dia das férias de verão, tentava me divertir. Tentava, porém eu tinha um pressentimento (não sabia se era bom ou ruim) de que algo iria acontecer. E sempre que eu pensava mais sobre isso, ficava extremamente ansiosa, principalmente quando alguém tocou a campainha do apartamento. Era um garoto (dezenove anos?), dizendo que eu tinha uma vaga gratuita em um acampamento de verão oferecida pelo meu colégio atual. Ignorando o pressentimento, aceitei em ficar com a vaga, meu pai me apoiou. Naquela tarde eu fui pra esse acampamento.
Confesso que fiquei surpresa. Eu era uma semideusa, nunca iria me imaginar assim. Esse garoto quem foi até meu apartamento era um sátiro e me explicou tudo (ou o que eu tinha que saber). Foi logo na segunda semana que finalmente descobri quem era minha mãe. Era Nyx.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Sab 14 Jul 2012, 16:32

Bem vindos, vocês foram reclamados, honrem seus pais e blablabla :3
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Sex 20 Jul 2012, 08:22

Por qual Deus você deseja ser reclamado? Eu estaria completamente grata, de ser filha de Athena, é meu grande sonho. Não desmereçendo nenhum deus *_*
Principais características. Eu normalmente sou chamada de Hay Brain na escola, o q não me deixa chateada. E não sou boa em atividade física, mas eu tenho estratégia em uma aula de queimada como se fosse um jogo de xadrez
Relate a história da sua personagem
Eu estava em um dia completamente entediante. E teria que ler a " A megera Domada", para a escola. Então busquei o livro para dar uma levantada no meu humor, na biblioteca do Dr. Hans. Eu sei que de primeira impressão, este senhor, parece um advogado mas não. Ele é meu pai.
Eu tinha dislequicia então usava óculos bifocais. Eles eram aqueles que eram moda nos anos 80. Com uma armação imitando ouro velho. E naquela grande imensidão de livros havia um livrão, nele estava escrito com uma estranha letra: A expanção dos deuses gregos.
E ali tinha uma fotinho da minha Ecografia. De uns 7 meses na página de Atena. Eu pensei: meu pai não tem com o q macar a página, e marca com uma fotogital minha.
E neste exato momento ele entra esbravejando:
- Clara (meu nome sem ser meu apelido), saia dai agora. Eu fico mechendo em suas coisas. Vá a bibllioteca Mas Spril, e procure seu livro. Tenho uma ligação importante a fazer.
Pego e me visto com uma roupa q ele odiaria: Calça de couro+ Jaqueta de couro+ Camisa de botão+ Boina vermelha+ Meu all star vermelho. Ele diz q minha mãe acharia q sou filha de outro. Ele estava falando do meu tio.
Quando chego ao acervo de livros, encontro Jo, q é meu colega de Filsofia. Ele fala no celular. E disse:
- Eai, já está sendo perturbada?
- Somente pelo meu pai.
- Você entendera.
- Espero q tenha uma explicação lógica.
-Vamos viajar.
Ele me arrastou de volta para minha casa, e quando digo arrastou, ele me arrastou mesmo. O mais estranho era q ele usava muletas, tinha coderdenação de me segurar e segura-las
Quando cheguei em casa meu pai estava com as minhas malas. E ele me beijou e disse:
-Adeus.
Eu não respondi. E lá fui eu sendo arrastada. JO era mais velho mas igual não sabia dirigir. Eu acabei dormindo. E quando eu acordo estou cercada por meio-cavalos meio-homem. Mas e o meu amigo era um meio-amigo??? Ele diz:
-Você é um meio sangue.
e eu esbravejo:
- Depois daqueles meio-cavalos meio-homem eu sou um meio sangue e voce um meio-louco. Me explique tudo
- S-A-T-I-R-O. -ele grita e depois me explica tudo
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Sex 20 Jul 2012, 18:40

Ri muito na sua história, apesar que foi meio plágio da do Percy, mas tudo bem!



Seja bem vinda minha filha. Espero que honre sua mãezinha aqui. Escolha um presente e depois me chame dear. 3bgspracasar.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qua 25 Jul 2012, 11:38

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Ares

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Escolhi ser filho de Ares, porque acho que sou bom em combates e gosto de uma boa luta. Eu sou sério e não gosto de brincadeiras de mau gosto. Tenho a tatuagem de uma cruz no peito.

O3 — Relate a história da sua personagem.

Nunca fui um garoto estiloso, ou o playboy da escola, não era bom em cálculos, e nem em disciplina alguma, essa era minha terceira escola se neste ano. Eu era briguento, mais não só pelo fato de eu ser grande e forte com uma cara de mal, mais sim pelo fato de eu gostar de lutar, e eu sempre tive um diferencial, que meu amigo fazia questão de citar todo dia (eu era amigo do nerd mais magrelo da escola - o cara é legal não vejo mal nisso) ele dizia: “você parece um animal, quanto mais apanha mais você fica forte” mais até então tudo isso é normal, o que me fez perceber que não sou normal foi em uma tarde na escola de Life of study em uma aula não muito preferida, a aula de educação física, eu estava fazendo algumas barras (comum) até que... Essa parte é dura, tente entender... Entrou um homem bem grande, mas grande mesmo ele era super forte, e carregava consigo um martelo, já falei que ele tinha 2 chifres? Ele quebrou a parede, o que fez todos saírem gritando mais eu continuei lá, ele não me intimidava (mais ele dava uns de mim).
O pátio estava vazio, só tinha um homem com cabeça de chifres olhando em volta, demorou um pouco para ele me ver, eu estava no canto da quadra o encarando como se ele não fosse nada... Foi então quando ele berrou e correu na minha direção, eu não sabia o que fazer, era um touro com pernas humanas portando um machado que era maior que eu, o estranho é que ele veio pra cima de mim e eu em um movimento rápido, segurei no chifre dele e tirei para o chão saltando por cima dele, isso fez com que ele ficasse com os chifres presos na quadra, eu não acreditava no que tinha feito e nesse mesmo momento eu vi um garoto pequeno correndo muito rápido, parecia o "flash" ele saltou uns 4m do chão e correu ainda na parede e com uma faca dourada acertou as costa do animal, fazendo ele explodir em fumaça e cinzas, mais o pior era que esse tal garoto era o Jerry, meu amigo nerd baixinho e magrelo. Não entendia como, ele se aproximou e disse:
- Vamos Matt não temos muito tempo...
E me levou para uma espécie de acampamento onde estou hoje.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qui 26 Jul 2012, 12:25

O1 — Por qual Deus você
deseja ser reclamado?
Apollo
O2 —Cite suas principais características, e
o porquê de querer ser filho de tal Deus:
Eu sou uma pessoa extrovertida e bem humorada com vários dons de arte como
por exemplo toco violão,guitarra,bateria e teclado;sou exímio tanto com o
pincel como com o lápis e tenho o dom das mais belas poesias.
Quero ser reclamado por Apollo porque ele é o Deus que mais me
identifico até mesmo por preferir o calor ao frio e preferir o dia a noite.
O3 — Relate a história da sua personagem -
não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Agora vou contar uma história que me atormenta e me alegra cada
vez que a conto :
Ainda bem jovem quando veio o primeiro sintoma eu me tornava mas alegre ,
mais forte e saudável no calor eu não suportava ver o sol se por queria que ele
sempre estivesse comigo e de certa forma estava,meu ai nunca havia me deixado
na mão quando estava triste aparecia um lindo e gigante sol para me acordar e
de alguma forma eu sentia que falava com o sol, sentia que existia alguem que
me escutava quando falava com ele minha mãe sempre soube que eu era meio louco
pelo sol mas ela nunca me levava no médico pois ela sabia que o sol era especial
para mim,e sempre que eu a perguntava sobre meu pai e perguntava onde ele
estava ela dizia que sempre esteve perto de mim , quando maior usava meus exímios
dons que avia aprendido sozinho e fazia lindos desenhos ,musicas e poesias para
meu pai para ver se um dia poderia cantar para ele e quando as mostrava para o
sol e perguntava se ele havia gostado ele sempre dizia que sim mesmo sem saber
o que ele queria dizer nunca disse não de forma alguma , sentia ele pedindo
continue e perguntava se eu conheceria meu pai e ela me respon dia a mesma
coisa:


-você tem certeza que ainda não o conheceu?


E isso me deixava cada vez mas confuso sobre o assunto e
voltava a falar com meu grande amigo sol o que nunca me deixou na mão e eu
sentia algo especial pelo sol pois quando ele ia embora era uma grande tristeza
e ele sabia disso mas perseguindo como soube que era um meio –sangue então :


Eu estava na aula de artes (minha preferida ) quando der repente meu professor me chamou para conversarmos a sós eu como
obrigação do aluno fui ver do que se tratava e logo que cheguei perguntei:


- professor do que se trata?


E ele disse:


-quero que seja sincero comigo !?


E eu:


- alguma vez não fui?


E ele:


-é serio , quero que me fale tudo sobre seu pai


Naquele momento uma lagrima rolou no meu olho e respondi a
ele :


-você sabe que meu pai fugiu antes de eu nascer.


Ele disse :


-quero saber mais sobre ele


E eu o respondi que não sabia de muita coisa só de que era
meu pai e minha mãe dissera que era muito especial.


Quando ia descendo a escada da escola meu professor virou
uma fúria e nesse momento sai correndo para fora da escola e em meio a correria
me perdi dentro de uma floresta perto de uma estrada e foi ai que eu encontrei
uma bussola dourada forjada em alto relevo com o desenho do sol com um bilhete dizendo ‘’ para o sul filho’’


Fui indo em direção ao sul quando me deparei com um
acampamento com algo escrito em grego de cara não entendi mas depois ficou
muito claro esta escrito acampamento meio-sangue dizendo um sátiro dizendo :


-bem vindo ao acampamento filho de a Apollo


E depois me mostrou o acampamento e agora continua.......
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Qui 26 Jul 2012, 21:19

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?
Ares, Pois sou Marrento, e gosto de Brigar
O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.
Sou Marrento, Brigo com geral, e Tomo decisões Sozinho.
O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.
Okuruma Rin, Desde Criança Era Muito Raivoso, então sua Mãe o Deixo no Acampamento, Okuruma, cresceu no acampamento, e Sempre quando ficava nervoso soltava um Estilo de Capa, Azul sobre o Corpo, Mais tipo, a Capa Parecia Chakra, Okumura, conseguiu Dominar o poder, e sempre Usa ele Quando Pega sua espada.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   Sab 28 Jul 2012, 21:54

Todos reclamados, parabéns ^.^
OFF: RIN OKUMURA? 'UUUUUUUUUU'
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidad
Convidado



MensagemAssunto: Ficha de Reclamação   Sab 11 Ago 2012, 15:14

O1 — Por qual Deus você deseja ser reclamado?

[b]R:[/b] Atena, deusa da sabedoria, da guerra, da habilidade, das artes e da justiça.

O2 — Cite suas principais características, e o porquê de querer ser filho de tal Deus.

[b]R:[/b] Sempre fui um bom aluno, superando todos os problemas com TDAH com excelentes notas na escola. Nunca precisei de ninguém para nada, sempre soube me virar sozinho e correr atrás dos meus objetivos, sou orgulhoso e não deixo chances escaparem de mim enquanto eu puder doar minha vida para te-las. Sou alto, cabelos negros e lisos e para finalizar, a parte de mim que mais me dá orgulho, olhos acinzentados, a cor de uma tempestade de terror que deixaria qualquer adversário fixado em meus olhos durante meus movimentos.

O3 — Relate a história da sua personagem - não haverá um limite de linhas definidos, deixe a sua criatividade fluir.

Desde criança, fui criado por meu pai, ele era um bom homem, mas ficava completamente sem saída a cada vez que eu o perguntava sobre minha mãe, que, de algum jeito sumiu da minha vida. O que eu sabia dela eu não tinha certeza de ser verdade, características que ele sempre menciona dela, mesmo nas diferentes histórias que ele inventa para encobrir seu desaparecimento. Eu já passei por vários incidentes, em escolas normais e especiais, meu pai não sabia se por causa dos meus problemas colocava-me eu uma escola especial, ou se por causa das excelentes notas que eu tinha, numa escola normal.

Eu estava na sexta série, quando as coisas começaram a piorar, nada que eu fazia dava certo, havia vezes que as pessoas modificavam os fatos, e sempre, não entendo como nem porque, o professor de filosofia estava metido no meio. Certa vez, estavam comentando sobre uma fantasia de bode que ele estava usando por debaixo das calças, no outro dia, nenhuma pessoa lembrava mais do acontecimento, eu fui dado por louco na escola, a diretora chamou meu pai na escola para manda-lo me repreender e não falar mais dos professores.

Um dos fatos mais marcantes da minha vida foi o nada que ela sempre foi. Nunca tive amigos e sempre fui sozinho, meu visual nunca atraiu amigos, e minha inteligência os espantava... O mais estranho foi depois de um fim de semana, quando esse tal de professor de filosofia substituiu o antigo, e todos os alunos da escola acreditavam em ele ter sido o professor o tempo todo, e depois, ele começou a me chamar e conversar coisas estranhas de mitologia grega comigo o tempo todo.

Porém o pior não havia chego ainda, o professor surtou certa vez na sala, liberou todos para a sala de vídeo e ficamos eu e ele sozinhos na classe, ele começou a falar que eu precisava ser rápido, pois caso contrário sofreria sérios perigos. O professor agarrou minha mão e correu em direção ao seu carro e saímos da escola em alta velocidade. Então ele falou num tom severo:

- Você entra em sua casa, pega uma mochila de roupas que está em sua cama e corra para o carro, rápido! - Eu estava espantado e só disse o que ele provavelmente já esperava.

- Você não sabe onde é minha casa! E como sabe que tem uma mochila com roupas no meu... - Fui interrompido pela brusca freada dada por ele, e então ele abriu a porta e me jogou para fora do carro gritando.

- Faça o que eu disse! Rápido! - Eu corri, e em meu quarto uma mochila estava pronta à minha espera, como o professor poderia saber mais sobre minha casa que eu? Desci as escadas em velocidade e quando sai no jardim, meu pai conversava com meu professor maníaco, e então ele me disse:

- Filho, fique tranquilo estás em boas mãos, venha me visitar sempre que poder ok? - Ok... Meu pai enlouqueceu também, eu não vou embora! Porque eu peguei a mochila que o professor mandou eu estava louco também? - Agora vá! Não perca tempo! - Meu pai me empurrou para dentro do carro, abriu a porta mala e jogou ali minha mochila, e então eu e o professor partimos, não sei por que, nem pra onde e nem por quanto tempo. Duas horas depois, eu achava que havia conhecido os Estados unidos mais neste último dia do que em qualquer outra parte da vida.

Numa estrada deserta, o professor parou o carro, eu apavorei-me e desci junto, e então um monstro apareceu, apenas um olho enorme atravessava sua testa e um corpo forte apavorante. O professor lançou-me uma faca de um estranho bronze que tinha uma propriedade brilhante, empunhei-la e então vi o monstro mais de perto investindo contra as pernas do professor, o monstro tinha certa semelhança com os ciclopes que eu conheci na mitologia grega, mas isso não me assustou mais que, as pernas do professor, que estavam peludas e seu pé então, eram cascos.

O que eu fiz a seguir foi puramente extinto de vida, eu era alto, porém o ciclope que havia deixado m professor bode no chão era maior, quando ele investiu contra mim, agachei-me e corri por debaixo de suas pernas, erguendo a espada e cortando-o com pouca precisão na virilha, provocando um gemido estrondoso da criatura, ergui o professor e enquanto ele entrava no carro dei mais um corte na perna do ciclope caído no chão, para garantir que ele não nos seguiria, porém este corte foi profundo, e o ciclope virou pó. Entrei no carro e o professor bode acelerou seguindo a avenida deserta.

- O que era aquilo?! O que é isso?! - A segunda parte falei apontando para as pernas do professor, que arrancou a faca de minhas mãos - Porque virou pó quando o cortei.

- É muita coisa para explicar dentro deste carro, mas aquilo era um ciclope, pó é o que viram os monstros quando são mortos, e minhas pernas são as pernas de sátiros, que é o que realmente sou - Eu estava achando apavoroso e engraçado ao mesmo tempo - E você é um semideus, filho de um deus com um mortal.

- Um deus? Como assim um deus? - era estranho tudo que havia ocorrido neste dia - como os da mitologia que você tanto me fala?

- Sim, mas levando em conta que você tem pai e não tem mãe, provavelmente é uma deusa... - Eu comecei a rir, estava achando tudo engraçado, mas o que eu acabara de presenciar me deixava meio duvidoso sobre o fato disso tudo ser uma piada. Mas minha dúvida acabou quando ao nos aproximarmos de uma colina eu enxergar um pinheiro onde uma pele de bode dourada repousava e um dragão a protegia, ou eu estava louco, ou sonhando... - É aqui desça! Vamos ver o que te aguarda neste acampamento...

- Acampamento?

- Exatamente, aqui seu pai ou mãe que é um deus irá revelar-se para você e te reclamar como filho...

Eu desmaiei exatamente neste momento, talvez o sol juntamente com estas loucuras houvesse prejudicado minha cabeça, o que sei é que quando acordei, sentei-me em um pulo, e umas cinco cabeças presentes no local se viraram para mim, inclusive a do professor, eu acharia que estava no departamento médico escolar de uma das cabeças não estivessem num corpo sustentado pelo tronco de um cavalo e o professor não continuasse a ter suas pernas de bode.

Alguns segundos depois o silencio foi interrompido por uma luz acima da minha cabeça, todos os presentes no local ergueram a cabeça alguns centímetros, de onde emanava esta luz, o centauro deu um sorriso de canto de boca e mexeu a cabeça em aprovação o professor/sátiro ao ver a reação do tal deu um grande sorriso, e quando ergui minha cabeça eu vi, um símbolo que poderia mudar para sempre o rumo da minha vida.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




MensagemAssunto: Re: Reclamação de Paternidade Olimpiana   

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Reclamação de Paternidade Olimpiana
Voltar ao Topo 
Página 3 de 3Ir à página : Anterior  1, 2, 3
 Tópicos similares
-
» O Espolio de Michael Jackson resolveu a reclamação feita pelo ex-proprietário de Michael em Las Vegas
» Acreditem se quiser, não citarei nomes PARTE I
» Behringer EuroPower
» Hartke X Warwick
» Fender: verdadeiro ou falso?

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
 :: Geral - RPG :: Apresentações-
Ir para: